Meninas como em meninos

Fui babaca??

2020.10.26 20:51 WorkerCurrent Fui babaca??

Oi pessoal quero saber opinião de vocês sobre a seguinte situação bom Conheci um menino ano passado na qual eu fiquei perdidamente apaixonada começamos a conversar conversa vai conversa vem acabamos ficando(sou evangélica e hj sei que errei muito nessa parte e me arrependo até hj) isso durou bastante tempo cerca de um ano Mesmo ele sendo totalmente babaca comigo Eu ainda fiquei com ele só que do nada ele começou a ficar estranho, nos crentes temos um evento chamado Retiro no qual nos retiramos da nossa cidade para ficar longe do carnaval Então nesse Retiro Ele apareceu com outra sendo que nem tinha me falado nada sobre a gente na minha mente a gente ainda estava junto mesmo nunca estando juntos então ele apareceu com essa menina e eu fiquei desnorteada nunca me senti tão ruim a minha vida( uma parte que eu esqueci de contar na primeira vez que ficamos ele tinha dito para um amigo dele que só me pegou e não queria mais nada mesmo depois disso tudo eu ainda fiquei com ele várias e várias vezes) depois do Retiro ele me bloqueou até no pensamento e ficou dias sem falar comigo e depois voltou como se nada tivesse acontecido E eu simplesmente aceitei viramos amigos porém a nossa amizade era muito forte e eu acho que ele percebeu isso e isso está me atrapalhando relacionamento dele( sim os dois namoram e hoje em dia tem seis meses de namoro) então ele simplesmente me bloqueou de novo me deixando desnorteada mais uma vez e depois vem me pedir desculpas e eu aceitei segui minha vida normalmente porém entrou outra pessoa nessa história, mesmo em tudo isso era nos do mesmo ministério só que em igrejas diferentes mas Deus tocou meu coração para ir para mesma igreja dele não por causa dele nem nada mas porque lá estava precisando de gente então eu fui no fundo no fundo sabendo que enfrentar poucas e boas naquele lugar mas nunca renegando O Chamado de Deus quando cheguei lá tinha uma menina que parecia ser muito legal Vamos chamar ela de Ana eu sempre tinha achado ela bem legal porque sempre tive contato com as pessoas da igreja dele por por sermos do mesmo ministério e ela parecia alguém com quem eu queria ter uma amizade então começamos uma amizade ( ressaltando que a nossa primeira conversa foi sobre ele) e na nossa amizade a nossa principal conversa era sobre ele e a namorada dele ( sinceramente acho que nunca falei mal deles, para mim falar mal é tipo" a fulana é falsa ou a Fulano toca mal canta mal" conversávamos sim sobre eles porém nunca falei mal) o que eu disse que a gente conversava era tipo " não concordo com esse relacionamento" porém eu tenho uma pessoa que eu considero minha mãe e consequentemente essa amiga minha que eu considero mãe é muito amiga dele e ele contou para ela que a Ana falou para ele que eu estava falando mal dele para ela me chamou de falsa e disse que não me aguentava mais ouviu falar dele sendo que quem começava os assuntos era ela ( não querendo tirar meu copo fora da situação mas era ela mesmo) depois que eu fiquei sabendo disso fiquei arrasada Eu devia ter percebido porque ela sempre contava os segredos dele para mim quem diria que ela contou os meus para ele conversei com ela sendo bastante madura e dizendo que não confiava nela que ela demonstrou ser uma pessoa horrível não falei nada do que ela merecia por mais que ela merecesse um tapa no meio da fuça dela então ficou um clima bem chato na igreja ( Eu imagino que ela tenha feito isso porque gosta dele e queria ver eu bem longe dele caso ele termine com a namorada ela teria mais chances Esse é meu ponto de ver) então eu resolvi pedir desculpa por ter falado dele ( eu pedi desculpa por ter falado dele não falado do mal dele) então ele foi seco e disse que me desculpava( sinceramente depois de tudo que ele fez era um mínimo para eu fazer era meu mecanismo de defesa Mesmo não tendo falado mal dele era o mínimo que eu podia ter feito mas foi maduro suficiente para pedir desculpa por ter falado dele e eu sei que diante o meu Deus eu não tenho mais culpa) bom achei que estava tudo resolvido só que ele mandou mensagem falando para minha amiga que eu deveria pedir desculpa para a namorada dele sinceramente achei uma afronta eu pedi desculpa para ele para as coisas se resolverem porque estamos no mesmo ministério e eu não queria que ficasse clima chato pois temos que trabalhar juntos e ele vem com essa de tem que pedir desculpa para namorada dele sinceramente uma babaquice as minhas amigas querem porque querem juntar eu a Ana e ele para conversar mas sinceramente cansei dessa história dei importância demais para isso já cansei de ele ser babaca comigo Na minha opinião não precisava ter pedir desculpa para ele mas meu senso falou mais alto porque um erro não justifica o outro mas não quero mais saber nada dessa história quero colocar um ponto final( ele colocou na cabeça dele e cismou que eu realmente falei mal dele porém não falei eu falei dele porém não falei mal e e ele disse que eu sou mentirosa pois eu disse para as minhas amigas que não tinha falado mal sinceramente o que mais me deixou irritada foi isso podem duvidar o que for de mim mas não duvide da minha amizade com as minhas amigas principalmente com elas eu não aceito isso ele não procurou saber o meu lado da história e tomou sua decisão em acreditar que eu realmente falei mal dele não vou me esforçar para fazer ele mudar de ideia estou cansada de toda essa situação só quero que tudo pare)estou passando por um momento difícil na minha vida e não tenho tenho pra infantilidade
Fui babaca? Não fui babaca? Não existem babacas? Todo mundo foi babaca? Info?
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2020.10.26 04:17 Clear_Associate_2425 Apaixonado por uma garota e sem saber o que fazer

Eu sempre fui aquele tipo de garoto afeminado e que sofreu bullying por isso. Eu me lembro da minha paixonite por um garoto aos 6 anos. Com 8 anos meus colegas de escola já tinham começado a me taxar de bichinha, viadinho e um bando de outros insultos parecidos, e meu pai tentou me chutar de casa aos 16 anos depois que descobriu do meu namoro com um outro menino e só não fez isso pq a minha mãe interferiu e conseguiu impedir isso. Meu avô sempre "sugeria" que eu tinha que largar de viadagen e virar um homem de verdade. Enfim eu sempre me identifiquei como um cara gay e basta dizer que tb sofri um bocado por isso.
Então esse ano, eu conheci uma garota na faculdade. Eu nunca liguei pra mulher nesse sentido antes e nunca imaginei que ia ligar, mas tudo que eu ando conseguindo pensar é nela. Ela é tao incrível e doce, a gente se entende tão perfeitamente e a conexão rolou praticamente na hora. A gente trocou número de celular e desde então não consigo me afastar dela. Nós nos falamos todo dia e conversamos sobre tudo. Eu e ela passamos hora conversando e eu sinto que ela me compreende tão bem.
No começo eu entrei em negação, mas não consigo mais. Eu quero beijar ela, eu quero namorar ela. Eu consigo me imaginar casando e tendo filhos com ela. E isso me confunde tanto, minha vida só me apaixonei e me senti atraído por caras. Mas eu legitimamente gosto dessa garota e não sei o que fazer. Ela é a tipo a única menina que me faz sentir desse jeito
Eu não sei o que fazer mesmo. Algué mas aqui já passou por algo assim ? Eu só quero um conselho. Minha cabeça tá uma completa confusão
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2020.10.19 19:47 stella010101 Estou prestes a tirar a virgindade de um rapaz, como agir?

Sou mulher, 21 anos e ele tem 18. Conheci ele em um aniversário e desde então nos falamos sempre, recentemente ele me revelou que o fato de ser virgem trava ele muito de modo que ele se sente inseguro de ficar com alguém por medo de chegar nos "finalmentes", tanto que mesmo sendo bonito pra caramba, ficou com meninas pouquissimas vezes e me disse que quando falava sobre isso com alguma menina, elas costumavam se esquivar por medo do sexo ser ruim, pela pressão dele ser virgem etc... Papo vai, papo vem eu disse a ele que não tinha preconceito com isso, já que todos fomos virgens um dia e não teria problema em ficar com alguém assim, no surto perguntei pra ele se ele queria ter essa experiência comigo e ele disse que sim. Já está decidido, ele esta ansioso, não para de falar nisso todo o dia, conseguimos um loft bem aconchegante no Airbnb e vamos ficar lá por um fim de semana. A pergunta é; já fiquei com carinhas menos experiêntes sim, mas nunca um virgem, como fazer com que ele se sinta mais seguro? confiante? Ele é meio timidozinho, só quero que ele se sinta mais leve e se solte mais pra que seja bom. Algum conselho minhas amigas descabaçadoras? Como devo trata-lo? Meninos se tiverem algum conselho eu aceito também.
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2020.10.19 07:17 yooo66666 Autosabotagem, pornografia e brochar.

Nem sei por onde começar... primeiramente tenho 20 anos e é realmente um pouco constrangedor escrever isso mesmo sabendo que ninguém me conhece, mas ok bora lá. A mais ou menos 2 anos eu terminei o meu ultimo namoro e já naquela época eu consumia pornografia mas era beeem menos, tanto que ainda não atrapalhava nada em minhas relações sexuais, tudo sempre flui numa boa, nunca pensei que poderia ter problemas com isso. Daí, dps do termino comecei a consumir mais a pornografia mas ainda tava dboa, me sentia tranquilo em relação a isso, trocava ideia com varias mina me sentindo bem e despreocupado, só que aí pro final de 2018 eu fui encontrar uma amiga minha e rolou minha primeira brochada, fiquei porra, desesperado na hora, com vergonha e pá(era a primeira vez da mina) nussss fiquei bem abalado serião, falei com uns amigos meus e eles foram suave, nem tiraram sarro, disseram que era normal, mas aí que começou o problema(deveria ter levado numa boa né, todo "mundo" leva isso numa boa, pq eu n iria) enfim, a partir daí comecei minha graaande jornada de autosabotagem e porra velho, até hj n consegui superar isso (como cara???? kkkk taloko) eu realmente rio disso, pq parece ser piada as vezes, eu gosto de mulher, gosto demais cara, e desde de essa época eu comecei a questionar tudo, minha sexualidade, pô problemas mentais, uma avalanche de pensamentos mesmo. (Tá, são muitas coisas a se falar e ainda to com vergonha de escrever isso, mas vamo lá)
Inicio de 2019 e eu tranquilo até ainda, sem nenhuma confusão mental aparente e ainda trocando ideia dboa com umas mina, aí conheci uma menina e a gente foi se aproximando, se beijou e pá, começou a rolar um amorzinho mas a gente n tinha transado ainda e aí um dia ela me chamou pra eu ir na casa dela, era carnaval, fui né, bebemos umas, fumamos uns beck e ficamo daquele jeitão né, delícia, pegação que num parava mais e aí começamo a tirar a roupa, ela me chupou(suave até então, meu pau tava levantado kkkkk) e eu tava dboa tb, eu chupei ela dps e aí bateu aquela ansiedade trevooosa, pq né o proximo passo seria nois fuder e assim... aiai.. eu tinha camisinha lá(ps: no meu ultimo namoro agnt transava so´sem camisinha praticamente) e mano, tremi nas base, falei pra ela q tava sem camisinha e né, ela tb nem tava afim de ir sem, e continuei chupando ela numa boa, mas né, pensando daquele jeitão nas coisa, preocupadasssso, uma lokura gente, aí blz, dormi la e de manha ela veio me cobrar q eu podia ter ido na farmacia e só dei uma desculpa(rapaziada por incrivel que parece n sou gay e eu me questionei bastante sobre isso, pode acreditar). Depois disso começou o desastre, toda vez q pensava em sexo pensava em brochada, instantâneo tipo, aí assim, quero resumir um pouco ne, mas vou falar oq me der na telha aqui. Dps desse ocorrido n falei pra ngm, nem amigo, nem psicologo, nem nd, malucao o cara ne, fala nem pra psicologo aiai, tabom. Dps com essa mina, de précha, broxei mais uma vez só q ai dessa vez foi na hora da penetração mesmo, aquela meia bomba que todo mundo adora, lindeza que só( to falando desse jeito pq acho q assim vo sentir menos otário) aí acabei me afastando dela (vergonha absurda, eu sou uma piada msm), deixei claro pra ela q o problema era cmg, e que ela era né MARAVILHOSA (pq de fato era kkk) aí meus manos e manas, nesse momento eu ja tava 0 bem das ideia(ps: faz mais de 1 ano isso e to desabafando isso só agora pra alguém ok) , escondendo tudo de todo mundo, mas transparecendo que tava tuddo deboa ne, kkk aiai. Que eu me lembre dps dessa mina passou um bom tempo q eu nem tentei nada com ngm(no sentido de ir pra hora H) e tipo, eu continuei flertando, com altas mina e dando idéia mas só na raso (olha o medo que tava, medo de brochar, eu sla, nem imagino falar isso pro meu amigo mais proximo q eu morro de vergonha sla) continuei flertando e pá ne, considero estar em um ponto bem alto da minha kkkk beleza facial e de personalidade tb, ent acaba q altas guria se interessava, e eu bobo né, dava papo mesmo sabendo desse meu problema kk. Ok, final de 2019 chegou um dia lá que a mesma mina q eu tinha broxado lá na primeira vez, me chamou pra ir na casa dela (claramente pra gente fuder) e eu em duvida, falei q n podia, por causa desse medo mesmo e sla, acabei indo encontrar uma amiga minha e a gente beijou dps um tempassso q eu tava afim e assim, fez minha noite tlg, n transei, nem brochei kkkk foi ótimo. Ok, vou voltar aqui no assunto da pornografia e falar q, durante o ano inteiro de 2019 eu provavelmente me masturbei quase todos os dias, pra pornô msm (mas nessa época nem tava ligado em questão de estimulo visual ser tãaao importante pra uma possivel brochada) ok, n dava a minima pra quantidade de porno q eu consumia, só seguia a vida msm, achando que todo esse medo aí meu, era problema meu, sla algum problema mental q eu desenvolvi e q era isso, botei na minha cabeça q ia continuar a ver pornografia pq já q eu n ia transar, pelo ou menos o porno ia me satisfazer( QUE ERRO, REPITO QUE ERRO jovem eu de um ano atrás). Aí pra frente é confusão mental atrás de outra, ia pro psicologo nem sabia oq falar, ficava todo perdido, todo vez q eu podia pensar nisso eu pensava e ia fuuundo e paranoia e fantasia de coisa nem ia acontecer, mano, to querendo é chorar escrevendo isso, nunca tinha botado pra fora isso, enfim... final de 2019 li em algum lugar sobre um negocio q chama reboot, que até tem video no TEDx sobre isso e video do Terry Crews falando, que é basicamente vc ficar sem se masturbar por um tempo indeterminado, que aí uma hora tudo ia voltar ao normal, na hora q eu li eu falei "É ISSO, É ISSO, PRONTO VO RESOLVER MINHA VIDA AGR MESMO" mandei msg pro meu psicologo falando q nois tinha q conversar, tava todo animado, cheguei lá, falei pra ele tudo, tudo q tinha rolado, tava rolando e falei disso aí, mas ele n me recomendou eu fazer esse reboot, falou q a masturbaçao é algo importante pro individuo, e sla, me convenceu q era melhor eu só esquecer disso e levar a vida (hj eu lembro disso e assim, meio cuzao ele ne) na hora nem parei pra pensar no negocio, tava lokin das ideia já.
Vo tentar resumir agr, dps desse aí, continuei me masturbando pra porno ainda, as vezes eu tentava parar um tempo por causa de coisa de twitter e pá, mas acabava voltando uma semana dps. Nessa época eu comecei a criar um autoestima fodida em cima disso, foi surgindo assim tb, fui levando a vida como se tudo oq tivesse rolado tivesse sido só uma fase da minha vida e que tinha passado e que eu já tava deboassa em relação a questão de brochar, que na proxima vez q rolasse ia dar certo, tipo, tava bem deboa. Aí né tava confiante, e um belo dia chamei uma mina q tava cvs pra vir aqui em casa, agnt ja tinha ficado uma vez e tava né, com tesão afinzassso, começamo a tirar a roupa foi indo, chupei ela, suavao, aí ela foi me chupar e ele abaixou do nada, sim, no meio do boquete foi pra vala minha líbido, tentei ressuscitar mas n tava indo, bati uma ali mesmo e n foi, minha cabeça já tava a mil, ja´era ne kkk falei pra mim msm, dps agnt fumou um pra ficar dboa e cvs com ela e pá, ficamos suave. Teve mais uma situação com essa mina (acho q eu forço muito né, mas eu tava só querendo botar minha autoconfiança pra cima de certa forma) agnt saiu comeu um burg já naquele estado né, e dps fomos pra casa dela, casa n, escada do prédio e rolou ali msm, oral dos dois, n brochei durante foi suave, mas na hora de penetrar nela o menino abaixou, mas fiquei deboa, respirei e fui estimulando, uma hora deu certo, botei pra dentro e foi(meia bomba kkkkk), foi pouco tempo mas foi, aiai, que saudade dessa sensação meus amigos kkkk enfim, isso era inicio de 2020, daí começou a quarentena e desde entao eu nem saía de casa né, pra pegar alguém (pra nd msm), mas continuei flertando dms ne, cabo que, uma mina lá falou pra eu ir na casa dela pra né e ja botei na cabeça que n, que n ia rolar, que ia dar merda, já pensando na brochada (ô laia) e confundindo minha cabeça, falando q sexo casual é merda (nunca nem fiz sexo casual) só inventando mentira pra disfarçar esse problema meu, enfim, dei perdido na mina. Aí (ta acabando tá? se algm tiver lendo) anteontem uma mina veio aqui em casa, ja tinha combinado a uma semana atras, mas assim kkkkjjjj, imaginando q agnt nem ia transar nem nd, no maximo um boquete e tals, por isso nem fiquei preocupado com broxar e pá, só aquele calafrio basico de trocar ideia com uma mina q tu realmente acha daora, pela primeira vez, pessoalmente (coisa linda) me preparei total, comprei um corre pra gente pitar, comprei umas breja, umas comida, meditei um pouco pra ficar suave e foi né. Ela colou, agnt trocou altas ideia daora (sla eu tava um pouco de receio de ela achar eu meio maníaco de já querer transar direto assim) aí preparei o ambiente como eu disse, fui fazendo um clima rolar alí...rolou... pegação intensa, tava adorando, bão dms, aiai, que mulher minha gente, começou a passação de mão, eu meio passivo ainda, mas tava daora, aí ela tirou meu short e ja comecei a ficar em choke(pelo lado bom) nem tava pensando em nd, aí ela parou assim e perguntou se algm podia ver nois ali (agnt tava no terraço de casa) aí falei q n, mas q sepa era melhor nois ir pro sofa q aí ne, já ficava mais confortavel( eu sou mt burro) kkkkkkkkkkk ta, ai´fomos pra la, nisso eu ja tinha guardado o pau e tava mole já, e mano, voltamo a se pegar(po eu tava desaprendido 7meses em casa) pegação lá intensa, bão dms, ai´vacilei comecei a pensar na famosa broxada, passou um tempo ela tirou minha calça e começou o oral, e adivinha n fiquei duro, e eu acho ela gostosa, acho dms, n creio q esse seja o problema, n creio q o problema seja eu n ter atração por mulher, eu tenho sim, só acho q a pornografia me leva a ter uma rotina, um vício FUDIDO que faz eu me apagar a minha própria mão, a esse ambiente nojento da punheta e de tudo q ela envolve com a pornografia, mano, eu to muito puto comigo msm, pq JÁ SE PASSOU MAIS DE ANO Q TO NESSA MERDA DE SITUAÇÃO PODRE, MANO EU QUERO TER FILHOS UM DIA, EU QUERO TER ESSE PRAZER DE TRANSAR, EU QUERO TER ESSE PRAZER DE VIVER UMA VIDA TRANQUILA SEM TER Q ME PREOCUPAR COM PROBLEMAS DE BROXAR, EU SINTO UM DESCONFORTO TÃO GRANDE COM MEUS AMIGOS, QUE REALMENTE SÃO MEUS AMIGOS E DISCUTEM ABERTAMENTE SOBRE ISSO, MAS NGM NUNCA FALOU SOBRE BROXAR, ME SINTO UM INUTIL NESSE SENTIDO ESCREVENDO ESSE TEXTO. CARAS, EU N QUERO VIVER A VIDA TODA ASSIM KKK NEM FOODENDO, NEM FODENDO. Só quero resolver isso e parar de pensar tanto em coisa que é inútil, amanha ja devo cvs com meu psicologo a respeito pq n da mais, eu fico triste, sinto um vazio imenso em mim dps q isso acontece, se alguem leu até aqui, obrigado pelo o seu tempo, diga aí oq vc acha sobre, ou n tb, se que sabe, enfim, abraços e uma boa noite pra todos. :j
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2020.10.18 17:28 POL4RGTS Ed e Lorraine Warren The Conjuring 2 (Invocação do Mal 2, 2016)

No ano de 1977, a família Harper, que era composta por Peggy, uma mulher divorciada de 40 anos e seus quatro filhos (duas meninas e dois meninos), vivia normalmente em Enfield na Inglaterra, mas a partir do mês de agosto coisas estranhas começaram a acontecer na casa.
Certa noite Peggy foi acordada pelas crianças que estavam com medo de uma cadeira que ao que diziam estava se mexendo sozinha, achando que isso era fruto da imaginação deles ela ficou no quarto por um tempo, porém em alguns minutos uma cômoda se mexeu por volta de dois palmos de distancia, mesmo não tendo ninguém por perto. Ela pegou as crianças e sairam desesperados de casa buscando ajuda com os vizinhos. Eles revistaram a casa e o jardim em busca de algum possível invasor que estivesse causando os ruídos que Peggy lhes relatou e de algum forma tivesse mexido nos moveis, mas não encontram ninguém. Em vez disso, todos escutaram pancadas que ocorreram em curtos intervalos vindos de dentro da casa. Acharam melhor então chamar a polícia que que após ir no local registrou a ocorrência dizendo que a cadeira se mexia de forma inexplicável e que também era possível ouvir ruídos por toda a casa.
Em poucos dias as coias pioraram e em alguns cômodos objetos voavam, pegavam fogo, se ouviam mais barulhos e gemidos misteriosos, vindos de lugares onde não havia ninguém. Um dia Janet, sua filha de 12 anos, começou a entrar em transe frequentemente, falar com uma voz grossa e distorcida e subitamente levitou pela casa.
Quando a imprensa descobriu o caso, o Daily Mirror enviou o repórter Graham Morris para o local para testemunhar os acontecimento. E ele fez uma das fotos mais famosas: a levitação de Janet. Graham estava no quarto das meninas junto a mãe das mesmas quando Janet foi atirada de sua cama pela “entidade”. Nesse momento ele fez a imagem e foi essa imagem e seus relatos que convenceram a Sociedade de Pesquisas Psíquicas a enviar Maurice Grosse para investigar o caso. Ed e Lorraine foram por conta própria para a propriedade e ficaram lá apenas por um dia, no qual conseguiram informações suficientes para dizerem que o caso era real.
A visita de um padre 1978 a casa acalmou as coisas, embora as ocorrências não tenham terminado completamente. Peggy continuou morando na casa até a sua morte e disse que ainda ouvia barulhos na casa de vez em quando. Seu filho Billy, que viveu com sua mãe até seu falecimento, sempre sentia como se estivesse sendo vigiado.
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2020.10.18 06:28 jaumpedrolopes Pertenço aqui?

galera tenho pesquisado muito sobre nao binariedade mas queria que vcs avaliassem minha situação e me dissessem baseado na vivencia de vcs se acham que sou nao binario ou nao. sei que só eu posso me definir como nb mas queria ouvir de pessoas nb pq ainda sou muito confuso.
- Me sinto confortável em ser associado ao meu gênero de nascença mas nao gosto de me sentir preso a ele.
- Acho que nunca vi um nb não transgenere mas nao me sinto assim.
- Nao tenho orgulho de ter um genero, nao sinto nada por generos, nao me apaixono por generos, generos simplesmente nao importam em nada para mim.
- gosto de me apresentar como menino mas gostaria me apresentar como menina tbm e me sentir confortavel com isso.
- pronomes nao importam para mim mas prefiro ele/dele e me sinto melhor sendo chamado de homem mesmo nao sentindo nada por essa palavra.
- ter um genero me prende a muitas coisas, sinto que me descobrindo nao binario eu conseguiria passar minha essencia e me sentir mais livre tbm.
o que acham, menines?
ate entao eu achava que eu so era um viadinho mesmo mas ate de gays me sinto diferente...
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2020.10.16 21:12 Scalira Escritor frustrado pede opinião

Alguém poderia ler e me dar um feedback?
CITTÀ — di — C A R T A
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prologue
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Era eu, então, um garoto e já era ela uma mulher num corpo de menina.
Creio eu que as garotas amadureçam mais cedo: despertam para o amor e para os caprichos da sensualidade enquanto somos ainda só meninos apavorados, acossados às saias das mães e desejosos de videogames e jogos de bola. Seus olhos afloram antes para a ternura das paixões e seus lábios florescem antes a receber os beijos de um amante, enquanto os nossos são turvos, velados pelos constrangedores beijos lamechas das tias. Selina era uma mulher; eu, um menino. E era ela o meu fascínio.
Sentávamos na mesma fila, na mesma sala. Eu atrás dela. Via, dia após dia, aquele seu cabelo louro que era tal qual aço escovado. A curvatura perfeita de sua nuca; a pele de um bronze-praia que se perdia na gola da camisa para esconder sabe deus quais mistérios, sabe deus quais prazeres. Havia ali, entre o pescoço e a orelha, uma marca de nascença que era a marca de um pirata; o sinal de um tesouro enterrado que eu desvendaria se pudesse estirar os dedos e tocá-la, deslizar a ponta dos dedos pela arredia penugem dourada de sua orelha. Haveria um arrepio, então. Haveria eletricidade no ar, como o assobio da tempestade no vento. Ela voltaria os olhos para trás e eu veria o assombro de surpresa naqueles olhos verde-mar com os quais eu sonhava sem saber por quê. E o que eu faria, então?
Meus desvarios mais inventivos envolviam segurar-lhe a mão, eu acho. Examinar-lhe os dedos. Andar com ela pelos corredores, de mãos dadas. Sentar-me com ela no recreio.
Mas era eu um garoto e era ela uma menina. Uma menina crescida. Seus olhos eram velhos quando os meus eram novos. Ela vira o mundo. Havia visto as estrelas e já eram elas puras banalidades para as quais os meus olhos ainda não haviam ascendido. Eu ainda deslumbrava-me com a beleza do mundo, das coisas vivas, da simplicidade; ela trazia um cansaço naqueles ombros escondidos que eu jamais conheceria.
Mas eu a amava. Sei que amava. O amor puro de uma criança por outra criança. O amor puro de um menino que sonha em segurar a mão de uma menina e olhar fundo em seus olhos e dizer que a ama. Sonhava, talvez, com a esperança — oh, a mais irreverente loucura! — de que ela me beijasse a bochecha. Haveria, então, combustão. Seria eu fogo, seria ela paixão.
Eu a amava, mas Selina não amava ninguém.
Não fomos amigos naqueles dias de infância.

Fui-me embora naquele ano com meus pais a tentar a sorte na grande São Paulo, quando pensávamos haver por lá melhores oportunidades do que na pequena Buri. Meu pai, trabalhador do campo, sobreviveu a duras penas na selva de pedra e, quando o dinheiro encurtou e as contas do mês apertaram, fizemos o caminho de volta para o interior e para os roçados arrendados nas grandes plantações. Os grandes laranjais iam até perder de vista naquela terra escura queimada a café e, quando voltamos àquele rincão, houve uma choça para nós, a que chamamos de lar, e nos juntamos aos trabalhadores pobres a lavrar a terra e colher as frutas rotundas, rebentando de doces, trazidas a baixo por nossas mãos calosas e feridas.
À nossa chegada o sítio era um pedaço de terreno pantanoso, no qual o barro formava poças lodosas onde corriam cães e trotavam mulas e o pouco de verde que havia de grama penava a vingar sob o pisoteio dos animais. Pela manhã, duas vacas careciam de ordenha. Os porcos chafurdavam irrequietos no chiqueiro e um velho galo, cujas esporas saltavam para fora dos pés tais quais duas baionetas, esgoelava-se ao nascer do sol e ao findar do dia. Era seu canto agudo bramido do topo dos telhados que marcava o passo do dia de trabalho. O sol inda nem nascera e estávamos, então, em pé: era eu moço feito no estirão da idade quando voltara à vida do roçado em Buri.
Eram corridos dez anos desde que vira Selina.
Ela era um casual sonho que visitava-me tal qual o lampejo de uma luz que faiscasse na mais completa escuridão. Lembrava-me, então, da garotinha do cabelo dourado; o anjo de bronze que caminhava entre nós e cujos olhos distantes falavam do mar e de traiçoeiras águas. Ela, que jamais fora minha amiga. Ela, que jamais voltara o rosto para trás. Não havíamos trocado palavras naqueles longínquos dias de escola e, inda assim, eu a amara. Uma criança, verdade, mas puro era o amor que eu havia lhe entregado. Nem antes, nem depois pude experimentar a mesma pureza de sentimento que havia sentido por aquela luzinha que brilhava no escuro dos dias, nas primeiras horas da manhã; aquele sorridente solzinho de caninos acavalados a quem eu daria o mundo para que sorrisse para mim. Mas então, tantos anos depois, moço beirando a maioridade dos dias, sua lembrança era só um faiscar de nostalgia, um borrão lançado a uma página; uma figura fugidia que brincava entre meus dedos e que desaparecia toda vez que eu tentava olhá-la mais de perto.
Àquela feita eu já havia conhecido os mistérios que guardam as mulheres. Havia trocado beijos com as moças da cidade e deitara-me em seus braços desejosos de paixão. Havia perdido a crença em amores que duram para perder-me no vale dos prazeres que aqueles corpos delgados ofereciam sem muito compromisso. No fulgor da adolescência garotos são só garotos: há competição por quantas bocas beijamos, por quantas frases feitas nos conseguirão o calor do corpo de uma jovem guria. Assim, um rosto era só mais um rosto. Um beijo, só mais um beijo. Um corpo, só mais um corpo. E eu me perdia na imensidão das mentiras contadas, dos casos escondidos, das escapadas noturnas e o fastio daquelas perambulações só me fizeram descrer do que quer que eu tenha acreditado, um dia, que o amor pudesse ter sido. Via-me num interlúdio de paixão e prazer que era inócuo de sentido.
Mas de vez em quando eu pensava na luz.
Pensava naquela figura fugidia que já não me permitia vê-la, como fosse eu um garoto crescido que deixara de crer em fadas.
Já não me lembrava de como era a sensação de amá-la. Algo em mim doía por esse amor perdido, jamais realizado. Mas era essa a vida. Cremos eternas certas coisas — a dor, o medo, o amor —, mas tudo passa. Ficam-se as lembranças, mas mesmo estas são incertas; cremo-nos muito certos de que as coisas foram tais quais foram, mas, assim, por que não podia mais lembrar-me do exato verde-mar dos olhos dela? Não lembrava-me mais se a marca — a marca do tesouro, a marca dos mistérios — ficava à esquerda ou à direita e quanto mais tentava vê-la com clareza, mais sua imagem desfazia-se no luscofusco da névoa; ora surgindo, ora desaparecendo. Sabia que havia amado, mas não sabia mais que queria dizer isso, tal como sabia que um dia tivera, eu, oito anos, mas já não podia reproduzir a velha alegria da infância ao bel-sabor da adolescência.

Não a reconheci quando a vi outra vez. E quando a reconheci, não houve, tal qual nos livros, o reavivar do amor esquecido.
Ela era outra, e eu também. Não tínhamos mais oito anos e jamais teríamos outra vez. O passado era melhor intocado, diriam. Uma memória perfeita, cristalizada no tempo; um reino próprio em que não se pode mexer nem alterar. E mesmo lá, talvez, eu não a houvesse compreendido; mesmo lá, talvez, eu não a houvesse amado — a Selina-menina, a Selina-verdade —, mas amara um sonho. O sonho que tinha dela, o sonho de tocar-lhe as mãos e de sentar-me com ela no recreio. O sonho do seu sorriso amado. Mas havia fechado os olhos para os dela; aqueles verdes-mares antigos, antigos como a terra, aos quais nunca me dei o luxo de entender. Não sabia disso, então, mas agora, já velho, ao escrever estas memórias, vejo que a Selina amada só existira, então, em minha mente, onde ela era toda a certeza de uma vida de sonho e felicidade. Não pude entendê-la, então. Duvido que possa entendê-la agora. Viemos a nos conhecer, como ficará claro adiante, mas Selina era então, como o é agora, um mistério para mim.
Estávamos matriculados no mesmo liceu e, quando as aulas retornaram, esbarramo-nos pelos corredores. Não estávamos na mesma classe - havia eu reprovado um ano do ginásio a procurar emprego em São Paulo e, uma vez arranjado, trabalhara no carregamento de caminhões por todo o dia. Não era boa a paga que roubava-me de meus estudos, mas eram aqueles dias difíceis e qualquer vintém a mais pesava na comida da mesa. Estava no penúltimo ano do colegial e ela já findaria os estudos naquele ano em que a reencontrei.
Selina estava mudada. Não era algo em seu porte ou seu semblante, pois ainda havia muito da menina da carteira em frente naquela moça que nascera ali, e, embora houvesse crescido um palmo e ganho a sinuosidade em que se perdem os olhos masculinos, pouco mais mudara. O que não me permitiu reconhecê-la, porém, não foram suas ancas ou seios, nem o crescer de seu palmo e meio, mas a ausência da luz que antes alumiara as infindáveis manhãs de nosso antigo colégio.
Era tal qual um vagalume moribundo e, naqueles seus olhos fundos, podia ler eu estórias de privações e de castigos que a haviam esmorecido e, vez a vez, acossaram o brilho de estrela da menina amada até não ser mais que o último suspiro de uma vela que morresse na noite mais escura.
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2020.10.16 02:52 Lucas2305510 Eu nunca consigo conquistar ninguém

Eu tenho 18 anos e convivo com o incômodo e estranho tabu de nunca ter conquistado nenhuma pessoa na minha vida. Eu só consigo ficar (levando 500 foras) com meninas em situações extremamente pontuais, como festas/baladas/blocos de carnaval, pq é algo mais direto e que não demanda o estressante esforço da conquista. Eu digo que é estressante pq no meu cotidiano eu sou um completo fracasso.
Não consigo realizar uma abordagem presencial simples, e no Whatsapp nem se fala, tento ser o mais natural, ouvinte e compreensivo possível, não sou um cara grudento/gado e mesmo assim minhas conversas seguem o mesmo roteiro fracassado: a garota começa super simpática, eu ouço ela e ela se mostra disposta a me ouvir, o papo rende muito bem no começo, mas depois que a conversa vai progredindo, a garota do nada começa a parecer uma moribunda me respondendo de forma extremamente vaga e longe de ser a pessoa comunicativa que era no começo da conversa. Eu simplesmente não consigo construir nenhum vínculo de confiança, tanto que eu só consegui dar em cima de alguém no Whatsapp pela primeira vez em toda a minha vida na SEMANA PASSADA.
Por muitos anos eu achei que a culpa era das garotas serem falsas ou metidas, mas eu refleti e concluí que a repetição consecutiva desse roteiro não pode ser uma simples coincidência ou culpa de todas as meninas. Certamente é alguma deficiência grave que eu tenho na minha lábia ou forma de persuasão. Isso é tão recorrente na minha vida, que eu vou conversar com qualquer garota já tendo certeza que esse tipo de fracasso vai acontecer, resta saber como eu posso fazer para adiá-lo pelo máximo de tempo possível. Por isso que eu tenho pavor só de pensar em chamar uma menina pelo Whatsapp, já que é algo extremamente estressante e desgastante pra mim.
Muitas pessoas (amigos da minha idade e pessoas mais velhas) vivem falando que eu sou um menino "bonito, super gente boa, engraçado, centrado e educado", inclusive elas já viram muitas das minhas conversas fracassadas e sempre disseram que eu tava no caminho certo, mas isso parece não fazer muita diferença durante o esforço da conquista, pois é muito estranho que só essas pessoas enxerguem essas qualidades, por isso não dou muito crédito. Hoje mesmo eu sofri mais um fracasso e meu desespero é tão grande que eu tô pensando seriamente em procurar até mesmo alguma ajuda espiritual em relação a isso, porque não é normal isso acontecer com tanta recorrência na minha vida, é como um time de futebol que simplesmente não consegue vencer num campeonato.
Enfim, desculpem o desabafo extenso, mas como eu disse, o desespero é tão grande e a minha situação é tão surreal que eu tive que colocar isso pra fora diante de um outro grupo de pessoas. Será que eu tenho salvação?
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2020.10.15 02:01 mistemayer Apaixonei-me profundamente por uma menina e me dei mal

Por onde começar. Tem uma menina da minha escola que comecei a falar há uns 8 ou 9 meses e em um certo momento percebi que estava apaixonado por ela. Nunca soube se ela também sentia a mesma coisa.
Avançando no tempo, semana passada, por meio de um amigo, descobri que ela nunca gostou de mim dessa forma e que o crush dela é um cara que ela começou a falar há três semanas. Detalhe que ele nem mora aqui na cidade, eles só se conhecem pela internet.
Senti-me uma merda. O que será que esse menino fez que eu não fiz? Deve ser alguém mais inteligente ou mais esperto do que eu, certamente. Ele precisou de algumas semanas pra conseguir o que eu fiquei meses com uma dúvida tremenda e no final descobri que a resposta era não. Sinto-me como o goleiro do Barcelona numa competição injusta e impossível contra os atacantes do Bayern.
A esta altura, minha mente me diz que as possibilidades de rolar algo com ela são nulas. Sei que não há nada que eu possa fazer pra mudar isso, só que eu ainda amo e gosto dela pra c*****. Sério mesmo, nunca amei uma menina com tamanha intensidade e vivacidade como agora.
Fico como nessa história? Conto pra ela? Se eu parar de falar com ela do nada, ela vai achar estranho e vai me questionar sobre isso. Preciso me afastar dela de alguma maneira.
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2020.10.14 12:19 DonaBruxa_Deyse Sobrenatural-Verídico

Preciso dividir isso com vocês! Relato de uma consulente que me procurou desesperada por ajuda espiritual. E irmãos de fé, me ajudem porque nunca lidei com isso não!
Eu ouvi todo o relato. Quanto mais ela contava, mais certeza eu tinha de que se tratava de SETEALEM!
Ela relatou que em maio, devido a pandemia e quarentena, sua família resolveu que seria melhor todos ficarem juntos no sítio dos pais dela, em Sorocaba. Disse que desde o momento que fazia a mala deles, uma sensação de que algo daria errado, pesava. Foi na gaveta do seu filho, que encontrou uma camiseta e um shorts que nunca, jamais vira antes. As roupas estavam sujas, eram velhas, encardidas e cheiravam mal. Nunca teve diarista em casa. Como poderiam aquelas roupas estarem ali? Perguntou pro pessoal e ninguém prestou atenção. Ninguém nunca presta. Naquele dia não estava a fim de começar a gritar tão cedo. Mas estavam todos estressados com os preparativos e ela sozinha pra fazer tudo, deixou pra lá! Enfiou as roupas numa sacola de mercado e deixou no chão, do lado da máquina de lavar na área de serviço. Ela, marido, a filha de 18 anos e seu filho de 5, saíram de São Paulo e seguiram pro interior. Durante a viagem, pra chegar no sítio, passam por uma estrada de terra. Seu filho de 5 anos disse algo que naquele momento não fez sentido algum: - Nem acredito, mãe, que estamos perto da casa do meu melhor amigo que ainda vou conhecer! Eles não deram atenção alguma pro menino. Minutos depois, ouviram um barulho como se tivessem passado por cima de algo na estrada e um dos pneus explodiu. O marido dela controlou o volante e estacionaram. Ele desceu e confirmou que o pneu tinha estourado. Ela pegou o celular pra avisar seus pais sobre o acontecido e que por isso atrasariam. Notou que não tinha sinal de rede em nenhum dos celulares. Não tinha no dela, não tinha no do marido, nem no da filha! Marido trocava o pneu e xingava porque ele nem queria ficar com a família dela! Nisso ela se virou pra trás porque percebeu que o menino estava acenando pro nada todo feliz! Sua filha começou a implicar com o irmão e disse: - Olha mãe, moleque doido! Começou já com as graças. Nisso o menino responde: - É o meu amigo! O amigo que vou conhecer. Olha mãe! Olhaaaa lá! Ela estava cansada, com fome, vontade de fazer xixi, sede e aquilo deixou ela mais puta ainda e nem se deu ao trabalho de responder os filhos. Pneu trocado, seguiram viagem na força do ódio. Uns quilômetros a frente, passaram por um posto de conveniência. Nunca vira esse posto antes. Não era a primeira vez que fazia aquele caminho. O sítio era da família desde que os avós dela casaram. Sua mãe nasceu ali. Ela foi criada ali e fez aquele caminho milhares de vezes desde bebê! Era um posto velho. Tão depredado que parecia estar desativado. Desativado se não fossem uns carros antigos também caindo aos pedaços estacionados em frente. Quem coleciona carro caindo aos pedaços?!?!? Comentou com o marido: - Meu amor, e esse posto que nunca vi na vida! Você viu?! O marido já exausto, responde: - Não prestei atenção! Mas se não viu antes é porque você é cega. Nem olha com essa cara porque você responde pra mim desse jeitinho sempre! Ela respirou fundo pra não começar uma briga ali... faltava tão pouco...perguntaria pro pai dela quando chegasse lá! E foi a primeira coisa que perguntou pro pai depois de abraçá-lo. O pai dela achou engraçado e respondeu que depois di galpão da firma tinha mais nada até chegar no sítio não. Tinha sim! Tinha porque ela viu! Mas também resolveu deixar pra lá esse assunto. A primeira semana foi uma maravilha! No final de semana seguinte, a irmã dela chegou com a família. A avó cozinha umas delícias. Os homens faziam churrasco e tomavam cerveja à vontade. O marido que não queria vir era o que mais aproveitada! A criançada brincava, pulava na piscina, corria livre, dormia e acordava tarde. Mas ela notava o filho dela meio aéreo, mais calado e não estava interagindo com os primos. Algumas vezes teve a impressão de ouvi-lo conversando/ cochichando com alguém mas quando se aproximava, ele se calava. Num sábado, resolveram fazer lasanha, mas faltava queijo, presunto, carne moída pro molho e extrato de tomate. Alguém teria que ir no mercado e pela primeira vez na vida, a filha dela se dispôs a buscar. A menina era habilitada há meses, dirigia por São Paulo, ia e voltava pra faculdade sozinha com o carro da minha cliente. E que perigo teria naquela estrada de terra, pouco ou nenhum movimento e ela iria até o supermercado mais próximo. O filho dela e os sobrinhos quiseram ir também e providenciaram suas máscaras e correram pro carro. Entregou uma nota de 100 reais pra sua filha fazer as compras. Ela me contou chorando que sua consciência pesa por ter pensado e falado pra irmã: - Graças a Deus, pelo menos por uma hora, teremos paz sem essas crianças gritando e correndo! A gente merece um pouco de silêncio sem filho gritando por mãe. A irmã dela riu e concordou.
Segundo ela, olhou no relógio na parede da cozinha, e faltava uns minutos pro meio dia.
O desespero estava pra começar!
Tinha passado uma hora desde a ida e nada dos sobrinhos e dos filhos voltarem. Resolveu ligar pro celular da filha e caia direto na caixa postal! Ligou dezenas de outras vezes e nada. Gritou o marido que estava na churrasqueira. Ele, o cunhado e o pai dela estavam bebendo desde às 8 da manhã. Quando ela relatou sua preocupação, eles não levaram a sério. Segundo os homens, as crianças logo estariam de volta...e foram beber mais. O coração dela apertou e lembrou do posto que vira na estrada, do filho acenando pro nada... não fazia sentindo, mas só pensava nisso. Tentou ligar mais vezes e como nada de atenderem, ela e a irmã pegaram outro carro e foram atrás dos filhos. De longe viram o carro que a filha dirigia encostado na estrada. Ela sentiu alívio por alguns segundos porque quando se aproximaram, o carro estava vazio. A irmã dela até aquele minuto parecia estar muito preocupada não. Porém, desceu do carro chorando. O carro estava parado sentido cidade ou seja, eles nem chegaram ao supermercado. Não tinha sinal deles! Sumiram! O celular não tinha rede, sem serviço e não tinha como pedir socorro ou ligar pra família. As pernas dela tremeram e caiu ajoelhada na terra rezando, pedindo a Deus por ajuda. Nessa hora, ela só lembrava que tinha sido ali que vira o posto de conveniência. Meio ao choro e grito contou pra irmã que vira o tal posto no caminho pro sítio. A irmã dela sem entender já gritou que nunca teve posto ali merda nenhuma. Minha cliente resolveu que iria encontrar o posto porque tinha merda de posto sim! O carro era da irmã dela que respondeu no gritou que não sairia de perto do carro, caso os filhos voltassem. Alguém tinha que avisar a família que estacavam em casa sem saber de nada! Entre gritos e mais choro, resolveram que a irmã voltaria pra avisar os outros e do sítio, ligaria pra polícia. Minha cliente esperaria no carro. Lógico que não conseguiu esperar e decidiu que procuraria por eles. Saiu com o carro que a filha dirigia. Dirigiu até o galpão da firma que tinha na estrada! Nada do posto. Fez o retorno, foi até o lugar que encontraram o carro abandonado e nada. Ela me contou soluçando que não era possível aquilo estar acontecendo. Desespero tinha atingido nível máximo! A irmã não voltava e a hora estava passando... e se ficasse noite?!?!? O que teria acontecido? Assalto? Sequestro? Nesse desespero fez o trecho até a firma, ida e volta, umas 5 vezes até cruzar com o carro da irmã. Vieram o marido, seu pai, cunhado e irmã. A avó ficou em casa, caso a polícia ou as crianças ligassem. Os homens bebados, ela e irmã histéricas! Ninguém se entendia. Depois de muita discussão quando tinham chegado à conclusão que o melhor era ir até a delegacia fazer um boletim, chega uma viatura com dois policiais. Ela tomou a frente e contou o ocorrido. Falou sobre ter visto por ali um posto de conveniência. Nessa hora os dois policiais se entreolharam. O marido dela emendou que ela era doida e que outra vez estava falando desse maldito posto. Um dos policiais, muito calmo contou que apesar de não existir nenhum posto naquele trecho, não era a primeira pessoa a relatar ter visto um. Sem contar muitos detalhes, falou que também não era a primeira, nem segunda vez que pessoas se perdiam e desapareciam naquela estrada! Os polícias pediram para que todos seguissem até a delegacia. Minha cliente e o marido, foram no carro encontrado na estrada e os outros, no carro da irmã. Na delegacia, um boletim de ocorrência foi feito. Mas todos os policiais ao ouvirem o relato, se entreolhavam de modo muito estranho. Só minha cliente notou. A polícia deveria esperar 24 horas após o desaparecimento pra iniciar as buscas! Um daqueles dois policiais que atenderam a ocorrência na estrada, disse baixinho pra minha cliente ficar calma que as crianças apareceriam. Porque todos tinham voltado de lá! Ainda na delegacia, ligavam de minuto a minuto pro sítio com esperança de receber boas notícias. Saíram da delegacia, por volta das 23 horas, ligaram mais uma vez pro sítio no caminho de volta. Nada! Ela e o marido não trocaram uma palavra...ambos choravam! Porém, ao estacionar o carro, ouviram as vozes das crianças e da avó. Ela sentiu um alívio e entrou na casa, agradecendo a Deus. Quando correu pra abraçar os filhos, paralisou. Impossível! Era impossível seu filho estar vestindo o shorts e a camiseta que ela tinha tirado da gaveta e deixado dentro de uma sacola deixada no chão da lavanderia, na sua casa em São Paulo! NÃO ERA POSSÍVEL!
Relato das crianças e da filha:
A filha contou que enquanto dirigia pro supermercado, viu o posto de conveniência, seu irmão, o filho da minha cliente de 5 anos, ao ver o tal lugar pediu pra parar ali! Ele pediu tanto, apelou usando “ por favorzinho” que convenceu a irmã a parar pra comprar tudo ali mesmo. O estacionamento da tal conveniência estava lotado de carros antigos. Seria melhor deixar o carro na estrada. Pensou que fosse um desses encontros de colecionadores de carros antigos. Nunca tinha visto nenhum daqueles modelos antes! A menina ainda relatou ter pensado em como alguém compraria ou colecionaria “uns trem” tão mal cuidado, caindo aos pedaços?!?!?!?!? Mas que só poderia ser coisa de”véi” mesmo. Entraram todos no estabelecimento e “bizarro” foi o termo usado ( pela filha dela) pra descrever o local e as pessoas! -Era um povo feio, tudo com pele amarela de doente, dentes podres, os homens e as sobrancelhas grossas e unidas... inclusive a de todas as mulheres! Até as crianças eram horrorosas... Crianças tinha fisionomia de velhas e sofridas! O lugar fedia! Fedia podre! Uma barulheira, todo mundo berrando, tocava uma música que ela não conseguia explicar. Era um ruído que estava grudado na cabeça dela. A música era um xiado fino, alto que dava a impressão de estar tocando dentro do corpo dela. A música machucava o seu pensamento. Era uma penumbra... uma luz que não iluminava e era difícil enxergar as coisas... ela tinha que forçar os olhos, piscar algumas vezes até distinguir os objetos ao redor. Objetos que nunca vira! Não dava pra imaginar a utilidade deles! Eram muitos corredores e prateleiras cheias de comida e coisas sem sentido! Enquanto se concentrava pra lembrar tudo que precisava comprar pra lasanha, a música dentro dela apagava as palavras. Ela fechou os olhos e forçou a memória... Talvez a força do seu pensar fez a música parar. Fez as pessoas pararam de gritar! Sentiu as maozinhas dos seus primos agarrarem sua mão e sua roupa. Ela sabia que estava chorando. Disse: - Mãeeeeee, fiquei com medo de abrir os olhos porque eu senti o peso daquele povo bizarro encarando a gente. Só abri porque ouvi um deles( referindo a um dos primos) dizer meu nome! Quando abri os olhos, meu irmão tinha desaparecido. Ele tinha sumidoooooo!!! Mãeeeeee, ele sumiu e não foi culpa minha... foi um segundo! As luzes começaram a piscar. Era uma luz sem cor, parecia que estávamos dentro de uma das fotografias daqueles binóculos da vovó! E as pessoas apontavam o dedo na nossa direção, gritando...eles gritavam sem mexer a boca: INTRUSOS, SAIAM DAQUI! SAIAM DAQUI! SAIAM DAQUI! VOCÊS NÃO PODEM FICAR AQUI, SAIAM DAQUI! Eu olhei pra uma senhora que estava bem próxima de nós e pedi ajuda. Contei que precisava comprar o que a mae nos pedira ... perguntei se ela tinha visto pra onde fora meu irmão. Mostrei o dinheiro! Ela riu!Quando ela abriu a boca sem nenhum dente, senti um bafo tão podre que o vômito quase saiu! Os primos estavam chorando, tremendo agarrados em mim! Comecei a chamar ele ( irmão/filho 5 anos)... e os bizarros, outra vez começaram : INTRUSOS, SAIAM DAQUI! SAIAM DAQUI! SAIAM DAQUI! VOCÊS NÃO PODEM FICAR AQUI, SAIAM DAQUI!
Eu não conseguia me mexer. Não dava pra andar!
E a música entrou em mim outra vez, mais alta e barulhenta! Minha cabeça doía e achei que desmaiaria. Nunca desmaiei... nas sabia que estava pra cair dura no chão! De repente, mas um de repente que pareceu horas, meu irmão aparece de mãos dadas com um bizarro tamanho criança. Ele veio dizendo que era o amigo que ele disse que conheceria aquele dia no carro no futuro. O bizarro chegou perto da gente dizendo que também me conhecia! Que já tinha falado que ( o filho de 5 anos) deveria fazer comigo o que (ele, bizarro!) tinha feito com a irmã dele! Eu puxei ele( apontou pro irmão) pra perto da gente! Mãe, ele não queria vir com a gente! Disse que ficaria com o amigo lá. Aí eu fiquei louca, fui arrastando todo mundo pra fora! O bizarro amigo dele, disse pra eu não falar alto porque “O ALGUEM”poderia acordar e pegar a gente pra ele! Eu mirei o rumo da porta, comecei a correr, as crianças também e o bizarro atrás da gente. Tinha escurecido. Era noite! Tinha neblina, um frio que esfriou meus ossos. Daí a gente correu muito! A gente corria e não chegava nunca até a estrada! Mas quando conseguimos, eu olhei, eu pisquei pra ver melhor e o carro tinha sumido. Sumidooooooo! O carro não estava mais lá! Sentamos no meio fio, meu irmão chorando porque queria voltar pra ficar com o amigo, os primos pedindo pela tia! Eles tremiam e batiam os dentes de frio! Entrei em pânico,porque como eu explicaria que perdi o carro, não comprei as coisas! Foi aí, que vi você mamãe, passar na nossa frente dirigindo nosso carro. Gritamos, corremos atrás de você, acenamos e você não olhou! Você não ouviu a gente gritar! Maeeeeee, você foi e voltou, foi e voltou, foi e voltou! Depois passou a tia em outro carro com o pai,o vovô e o tio! Mãe e tia, vocês nos ignoraram na beira da estrada. E aquela peste do moleque bizarro, de longe morrendo de rir da gente e gritando BEM FEITOOOOO! Como se não bastasse tudo isso, começou a ventar forte e a tempestade começou a cair. Ficou mais frio e a gente não conseguia respirar de tanta água que caia. A solução foi vir a pé, estrada escura, com chuva...Andamos até aqui!
OS SOBRINHOS:
-A gente ficou com muito medo! - Eu fiquei com tanto, tanto medo que fiz xixi na calça. -Eram monstros! - Eles queriam comer a gente! -Você não viu?!?!? Eles iriam picar a gente pra vender como carne moída! -Sera?!? E choraram muito. Ainda não conseguem dormir sozinhos em seus quartos. A luz tem que ficar acesa! Quando dormem, têm pesadelos e acordam aos berros!
O FILHO DE 5 ANOS:
-Mãe, foi legal. Sabia que meu amigo morava ali? Eu disse! Ele me visitava as vezes nos sonhos. Mesmo quando eu sonhava acordado e de dia! Hoje, a gente brincou de esconde-esconde e pega-pega!Fui na casa dele e comi comida lá! Sujei minha roupa de sangue e a mãe dele me emprestou essa. Essa roupa é do meu amiguinho! Ela falou que vai lavar a minha e depois trazer aqui pra você! Me convidaram pra ir lá outras vezes, passar as férias. Falei que pediria pra mamãe e pro meu papai! Foi super legal e meu amigo disse que já tinha me visto lá no futuro muitas vezes e que morarei com eles pra sempre! Pra sempre é muito tempo? Posso, mamãe? Deixa, por favorzinho?Por favorzinho? Eu convidei ele pra vir aqui amanhã brincar comigo, tá? Se você falar com a mãe dele, ela poderia deixar ele dormir aqui, né?!?!? Deixa, por favorzinho... diz que sim, mamãe!
Voltaram TODOS PRAS SUAS CASAS EM SÃO PAULO no dia seguinte, assim que o dia clareou. Os pais dela colocaram o sítio à venda e moram com ela, por enquanto. Minha cliente acredita que existe um lugar além. Ela tem certeza absoluta e provas disso! Está apavorada. Seu filho fala, brinca, canta, dá gargalhadas e afirma que o amigo está ao lado dele! Assim que entrou na sua casa em SP, correu até a lavanderia. Ela encontrou as roupas que seu filho usava no dia do sumiço. Estavam dentro da sacola, ao lado da máquina de lavar!
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2020.10.14 08:50 PlayMoreZeppelin_ Ressaca que não passa...

Alerta de textão!! Se puder me ajudar como eu poderia tirar essa neura da minha mente, ficaria imensamente agradecida, na moral. Essa merda tá me corroendo
Quero desabafar sobre uma experiência que eu vivenciei no começo do ano e até agora, já quase no final do ano, n consigo tirar da minha cabeça. E, esses sentimentos ficam me atormentando.
Bom, nesse ano de 2020, eu concluo o ensino médio. Então, como muita gente, sabe. É o ano q tá td mundo na neura, querendo badalar e passar o máximo de tempo cm os amigos. Pq vai saber para qual caminho a vida vai levar cada um.
Logo no começo do ano, nós organizamos um churrasco para enturmar melhor o pessoal q era de outro período e mudou para a manhã. Além da galera nova q entrou. Essa tal festa aconteceu num condomínio de uns amigos meus, td planejado, os pais do menino q iriam cuidar do churrasco e td o mais, são SUPER liberais, então, na certa bebida, narguilé e outros trem td autorizado.
Eu estava bem empolgada cm a festa, td combinado pra n dar b.o. aq em casa. Táok, chegou uns dias antes da festa, tava td dando errado. Aquela bagunça q é pra organizar festa pra rapaziada, fora os meus próprios b.o.’s. Estava passando por uns momentos difíceis, deprê pra kct. Cheguei a falar para minha amiga q eu ia de carona, que n iria mais. Tava cm um puta pressentimento ruim. Mas, ela queria muito q eu fosse, pq tava de olho num carinha, q ela tava ficando. E ela n queria ficar sozinha (ela é meio tímida). Blz, ela insistiu tanto q eu acabei mudando de ideia, e deixei os meus pressentimentos de lado.
Chegamos na festa, e eu já dei de cara cm um ex-amigo meu. Nós sempre tivemos uma relação meio conturbada, pq ficamos muito próximos de repente, há alguns anos. Já tive grande carinho por ele, mas ele é uma pessoa um tanto difícil de lidar.
Flashback Quando começamos a ficar próximos, percebi q ele estava criando sentimentos mais fortes q amizade por mim. Então, decidi jogar a real, quando ele foi sincero cmg. N fui rude nem Nd, até pq o considerava muito msm. Ele, no início, pareceu levar de boas a situação. Porém, depois ele começou a forçar a barra, teve um episódio numa festa na casa dele-despedida dele, pq ele foi fazer intercâmbio por um ano(na qual, muitos amigos dele estavam, e tds eles sabiam do que tinha acontecido-pelo menos, a versão dele da história), em que ele tinha bebido uns gorós. Ele foi até onde eu estava, e eu percebi q ele já tava meio alterado. Então, já fiquei mais em alerta. Ele começou a tentar me acariciar, sabe. Falando no meu ouvido, tentando me abraçar e td. Aí, falei pra ele, q n tava curtindo. Principalmente, pq ele tava tentando forçar na frente dos amigos dele. E, basicamente, tds eles ignoraram o fato de eu estar desconfortável cm a situação td. Me despedi, rapidamente, de tds e dele. E, fui embora.
Durante esse ano de intercâmbio dele, ele sempre me ligava, e por um tempo, cheguei a acreditar como ele afirmava cm tanta convicção q ele tinha se desiludido, e queria só amizade. Acreditei, pq ele falava sobre várias minas q ele tinha pegado e td. Agora, vejo que na intenção de me causar algum ciúmes ou algo do tipo. Pois, quando ele voltou do intercâmbio, a família dele deu outra festa, e eu fui convidada.
E, por um tempo, achei q ele realmente tinha desiludido. Fiquei muito feliz, pq realmente apreciava a amizade dele. No entanto, foi só ele beber um pouco, q ele começou a fazer td q ele fez na despedida. Até msm na frente dos pais dele. Fiquei super constrangida, pq entre uma conversa cm o pai dele, ele meio q deixou a entender q a gente já tinha tido um lance mais sério*. Eu fiquei: WTF?. Já comecei a ficar puta da vida, então chamei um Uber. Ele pediu desculpas, e pediu para fazer companhia, enquanto eu esperasse. A gota d’ água foi quando ele tentou me forçar a beijar ele na garagem dele. Aí, eu surtei, falei pra ele, tudo q estava entalado. Ele falou coisas horríveis. O pior de td é q a garagem dele tem câmera, então provavelmente, td mundo lá dentro viu o nosso pequeno espetáculo. O Uber chegou e eu me mandei. Isso foi antes do ano letivo desse ano.
Quando voltamos às aulas já n éramos mais amigos. Então, foi bem tenso vê-lo na festa, assim de cara. Achava q ele n iria.
Retomando Voltando a festa desse ano, ao chegarmos fomos falar cm o pessoal. Até aí, tava td ótimo. Eu e a minha amg rachamos a conta na adega. Estava economizando para chutar o balde nesse dia.
Bebi pra caramba(bebidas suaves, Askov, Corote, algumas batidinhas) , mas como estou acostumada, nem estava tão alterada. Depois disso, oq me lembro foi de td mundo estar mais doido q td, e eu ter tomado um copão de batida de vodka de maracujá misturado cm Halls (experimentos). Foi aí, que td, absolutamente TD, começou a dar errado.
Foi quando bateu o álcool de uma vez, como já tava percebendo q tava ficando doida. Peguei e fui sentir perto dos narguileiros de plantão, trocando ideia. (A essa altura nem lembrava do paradeiro da minha amiga). Só sei q já tinha passado um pouco aquela baque da brisa, então me levantei da cadeira. Tava td okay, até alguém me pegar CM TUDO no colo, mano. TURU BOM? Era ele, o meu ex-amigo, falando: Calma, calma e meu nome.
Percebi q ele tava alterado, então comecei a entrar em pânico. E falei pra ele me colocar no chão. Mas, com o reboliço td de ele ter me levantado do chão, a brisa bateu forte de novo. Me senti fraca e impotente (por fora), por dentro? Eu estava puro pânico, pq sabia q td mundo tava doidão. Ninguém ia notar NADA. Ele me levou no colo para fora do salão, e sentou num banco lá fora. Ele me colocou no banco e sentou do lado. Ergueu as minhas pernas e colocou no colo dele. Eu estava totalmente sem forças, meio desnorteada.
Então, ele colocou a minha cabeça no ombro dele e o meu braço ao redor do pescoço dele. Um pessoal q tava perto começou a notar e perguntaram se eu queria água, ele respondeu q ss, mas q ELE queria cuidar de mim. Aí, n sei, oq deu em mim, mas, eu comecei a questioná-lo sobre o pq de ele ter feito td aquilo antes e ter me abandonado. (Eu sei, sou uma idiota. Mas, acho q até msm o meu consciente, antes daquela noite, n fazia ideia do quanto eu valorizava a amizade dele). Como ele n respondia, eu repetia e repetia. Mas, ele n me olhava nos olhos. Então, eu peguei o rosto dele para ele me olhar nos olhos. Foi, nesse exato momento, que a merda aconteceu.
Ele, simplesmente, me segurou forte e tascou um beijo de língua, daqueles de pegada msm. Eu estava enojada, n queria q ele me beijasse. N queria beijá-lo, n retribui o beijo. Tentei me desvencilhar dele, porém estava totalmente sem forças devido ao porre q eu tomei. Foi péssimo, td mundo lá. Ele alisando td ao alcance dele. Quando ele finalmente me largou. Eu disse um bom: KRL. Vc nunca muda msm. Eu estou interessada em outra pessoa. (Ele sabia disso) Msm, essa pessoa pela qual, por acaso, ainda estou apaixonada, namorava.
Então, ele ficou puto, falou q eu tinha provocado ele. E q ELE estava saindo cm outra pessoa, e que eu o tinha usado, apenas pq a pessoa q eu queria n estava disponível. Td mundo ouvindo. E eu sem forças NENHUMA para ao menos me defender. Me sentindo um nojo. Eu sei q foi “apenas” um beijo, mas para mim, foi muito mais q isso.
Como se já n bastasse, ele ligou para a melhor amiga dele, e contou td oq tinha acontecido. Me colocando óbvio como a bruxa sedutora da história. Tds ao redor observando, afinal nunca fui uma pessoa de ficar cm vários. Aí, a mãe do meu amigo q tava organizando a festa, veio e começou a gritar comigo (tb estava alterada e n era pouco). Ela gosta muito desse menino q me beijou e o defendeu, falando q ele era um menino responsável por já ter feito intercâmbio. E eu mal conseguia balbuciar algo.
Finalmente, quando ela parecia q ia voar em mim, um menino q estudou cmg há muitos anos, falou pra ela q já era demais. E me pegou e levou para longe da confusão. Foi aí, q eu desabei. Me senti suja, pelas coisas q ele falou de mim(tanto para a melhor amiga dela, quanto para as pessoas ao redor), pela forma como a mulher gritou coisas horríveis. E além disso, senti raiva de mim msm, por permitir me sujeitar àquele estado. Chorei muito, lembrando de td e dos problemas q estava passando. O beijo dele indo e vindo na minha mente. As mãos dele no meu corpo. Fiquei tão enojada, que tive que vomitar. E o menino me acalmando, dizendo q tudo iria ficar bem.
Aí, quando eu comecei a me sentir segura, pela primeira vez EM HORAS, ele perguntou se eu queria ficar com ele. N acreditei. Disse q n, e que queria q ele fosse embora. Justamente, nessa hora, minha amg chegou. Devastada.
Contando td a maior ressaca física da minha vida nesse domingo, que se seguiu, após a festa. Nd se compara ao porre q eu tive q aguentar nas semanas q se seguiram na escola. Foi horrível. Nunca dei muita importância para oq as pessoas falam sobre mim. Acho q oq me abalou mais, foi o fato de eu msm ter a msm opinião delas sobre mim. Isso me deixou no chão.
As pessoas que foram a festa contaram oq aconteceu as que n foram. Lembro de entrar no banheiro feminino e a rodinha de meninas pararem a conversa. Minhas amgs de outra sala me contavam oq elas falavam pelas minhas costas, porém sei q elas suavizavam por n quererem me ver pior do que eu já estava.
Os meninos foram os piores, principalmente, os amigos deles. Claro que n foram tds, teve até um menino q ficou puto da vida, aparentemente, ele era o único sóbrio da festa. E viu OQ realmente aconteceu. Eles ficavam me oferecendo bebidas e encontros. Além de olhares maliciosos.
Pelo menos, quando o isolamento começou eles pararam de mandar mensagens ou falar sobre nos grupos. Tive que sair da escola por motivos financeiros, oq ajudou bastante nas fofocas plm.
O meu ex-amigo teve a cachorra de me mandar mensagem, quando eu saí. Perguntando se eu estava bem, q ele ficou sabendo q eu estava saindo da escola. Para falar a vdd, acho q ele pensa q n me lembro de Nd daquela noite. Bloqueei o número dele.
Sei q foi “somente um beijo”, fico repetindo isso a mim msm, para minimizar a situação. Tento ocupar minha mente a td tempo. Mas, uma coisa difícil é vc fugir de algo q está encravado na sua memória. Quando lembro daquela noite, td a vergonha, nojo, esses sentimentos tomam conta como estivesse ocorrendo novamente naquele exato momento. Já chorei muito, muito msm. Pfv, se alguém chegou até aq e tenha algo a dizer, ficarei feliz se puder me ajudar. Tenho estado muito angustiada. N contei a ninguém esses mínimos detalhes.
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2020.10.10 05:40 mary_say Ser uma menina trans é muito cansativo.

Vcs na se sentiram exaustas mentalmente? Eu finalmente to conseguindo o atendimento médico especializado para isso e to fazendo acompanhamento psicológico mas acho q n me ajuda em nada..
Eu me sinto cansada de ser uma menina trans, só queria que esse detalhe não existesse. Sempre que começo a bater um papo com um garoto parece que eles tem algo na porra da cabeça que acha que eu tô interessada ou algo do tipo, só pq eu sou trans. Sempre tenho q contar esse detalhe pras pessoas que mantenho um vínculo de amizade, tenho q responder perguntas, tenho q ser a amiga trans, não simplesmente a amiga, tenho q acordar e ser a trans, é tudo trans como se isso fosse apenas oq eu sou. Sinceramente eu só queria viver de uma forma cis...
N queria ter que lidar com esse tipo de coisa, não queria ter que ficar na paranóia pra alcançar a "perfeição" pra ser aceita pela sociedade, não queria ter que ter um momento desconfortável quando fosse ficar com algum menino, não queria ser a menina que se veste bem pq é trans e trans são "estilosas". Parece forçado mas já me ocorreu. Isso tá se aliviando um pouco com a vinda da pasabilidade mas mesmo assim cansa dms. Não quero ser mimizenta mas é algo que realmente tá me dando agonia de uns tempos pra cá, eu acordo me sentindo mal, me sinto vazia e angustiada. N to fld que me arrependo(nunca) mas sla só me sinto triste por isso me perseguir.
Eu tô me isolando muito socialmente, eu recentemente tentei fazer amgs novos pra tentar aliviar isso e da uma oportunidade de achar pessoas legais que n fossem me estressar nisso mas é inútil. Acho q talvez a melhor opção seja n ter amgs, namorado nem nada.
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2020.10.08 03:47 KindheartednessIll48 A importância de um pai

Eu gostaria de compartilhar como eu me sinto em relação a ter crescido com um pai ausente.
Muitas questões como: assumir riscos, coragem, força, proteção e saber levantar depois de um fracasso, é o pai quem ensina:
Sem ele, fica muito difícil para um jovem aprender sozinho.
Queria dizer que ser criado na ausência de uma figura paterna é algo cruel, principalmente para os meninos. Nós precisamos da mãe para cuidar e dar carinho e do pai para dar coragem e proteger, é um equilíbrio natural.
Minha mãe foi pai e mãe. Isso colocou nela uma carga psicológica que ela jamais deveria ter que suportar e isso criou um filho com problemas que poderiam ser evitados.
É assim que eu me sinto em relação a ter crescido com um pai ausente.
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2020.10.08 03:30 mais1graumdeareia Meu deus do céu, eu não quero virar incel

Sou homem, tenho 20 anos, sou uma pessoa ate que bonita (juro que sou humilde) e tenho uma vida amorosa desastrosa. Bom, por onde começar?! Fui criado só com irmãs mais velhas, e nunca fui tão apegado ao meu pai quanto a minha mãe, por ele agredir ela e encher o saco de todos quando bêbado na minha infância. Isso, somado aos fatos de nunca termos tudo muita liberdade pra sair de casa quando crianças e de eu sempre ter tido na cabeça que não queria ser como meu pai por saber o quanto um relacionamento abusivo é um cu na vida de alguém, me levaram a tentar tratar todas as meninas que eu gostava como se "fossem meninos". Eu conversava normalmente com elas e tinha vergonha de flertar. Resultado? Fui rejeitado inúmeras vezes. Até aí tudo bem, afinal, não se pode ganhar todas e eu era muito novo na época, não tinha malícia nem nada. Contudo, os anos foram passando, eu comecei a ser bem mais direto, chamando pra sair logo de cara e tals (o que eu sei que é super paia) e vi meus resultados não melhorarem quase nada. Dessa forma, atualmente, apesar de flertar levemente (forçar demais é osso né pae) eu ainda não consigo ser totalmente sem vergonha devido aos anos de foras e venho vendo minha autoestima abaixar cada vez mais com o passar do tempo. Não passei em nenhum médico nem nada, e admito que em outras áreas da minha vida como profissional e acadêmica eu estou completamente dentro da média, isso se não acima em alguns casos (considerando as pessoas do meu meio) mas mesmo assim, sei que estou com depressão. A ideia colocada na nossa cabeça de que precisamos encontrar um parceiro nessa batalha que é a vida, somada ao fato de que vários conhecidos meus (serio, eu não tô forçando kkkkk) são bem mais feios e menos inteligentes e mesmo assim têm uma vida amorosa melhor, me deixa incrívelmente angustiado. Essa angústia me atrapalha em tudo, não consigo me concentrar direito e taco o fodase para tudo por saber que o que eu realmente quero parece estar longe de ocorrer. Assim, pergunto a vocês (msm não tendo resposta certa) aonde estou errando?!
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2020.10.05 02:58 YatoToshiro FGO: The Mist City: London - AD.1888



Ao chegar na era, Ritsuka e Mash encontram Londres coberta por uma espessa névoa mágica prejudicial a organismos não mágicos. Eles descobrem que todos os residentes da cidade se trancaram dentro de casa para se proteger do nevoeiro. A dupla começa sua busca pelo Santo Graal, acreditando que sua remoção dissipará a névoa. No entanto, eles são confrontados por uma garota perguntando se eles são amigos ou inimigos, já que podem respirar na névoa. Eles não respondem, pois não têm certeza se ela é uma Serva ou não, já que a névoa está distorcendo os instrumentos do Archaman Romani. Descobrindo que eles não são hostis, a garota avisa o casal para seguir em frente se eles valorizam suas vidas, e vai embora. Imaginando que ela pode saber mais sobre a situação do que eles, Ritsuka e Mash vão atrás dela. Ao longo do caminho, eles encontram autômatos e homúnculos, descobrindo que nenhum deles invadiu qualquer edifício. Depois de destruir um golem mecânico, Mash o examina quando Jack, o Estripador, embosca a dupla. Jack percebe que eles estão desimpedidos pela névoa mágica e sua própria névoa, e os ataca, mas eles a repelem. Depois que Jack escapa, Mash envia a Romani fotos do golem mecânico que ela tirou antes. Enquanto Romani analisa as fotos, a garota do início interrompe para informá-lo que o golem mecânico é chamado de Helter Skelter. Ela admite que estava observando o par e conclui que eles não são inimigos. Mash pede a ela informações sobre as circunstâncias de Londres. A garota concorda em falar e se apresenta como Mordred. ]
Mordred traz o par para o apartamento de seu conhecido. O proprietário se apresenta como Henry Jekyll e detalha como ele e Mordred se associaram para impedir o nevoeiro. Depois que Mash conta a ele e a Mordred sobre a incineração da humanidade, Jekyll revela como a névoa desceu sobre Londres nas últimas três noites. Ele explica que as pessoas morrem, dependendo de sua predisposição, dentro de uma hora após inalar a névoa. Ele estima que as causalidades estão agora na casa das centenas de milhares. Ele afirma que várias áreas foram abandonadas, com a extremidade leste quase destruída. Chamando a névoa, Névoa Demoníaca, detalhes de Jekyll para os autômatos dos últimos três dias, homúnculos, Helter Skelters e Jack, o Estripador, têm andado pelas ruas cometendo atrocidades. Ele revela que a Névoa Demoníaca isolou Londres do resto da Grã-Bretanha e avisa que a cidade cairá assim que a comida e a água se esgotarem. Ele concorda em ajudar Ritsuka e Mash, e os envia junto com Mordred para proteger um de seus colaboradores, Victor Frankenstein.
O grupo finalmente chega à mansão de Victor. No entanto, eles encontram outra pessoa lá, e Mordred deduz que matou Victor. Ele admite que matou Victor por se recusar a se juntar à causa de seu grupo. Ele revela que seu verdadeiro nome é Mefistófeles e luta contra o grupo. Depois de matar Mefistófeles, o grupo entra na mansão e encontra uma nota em sua biblioteca detalhando um enredo chamado Projeto Nevoeiro Demoníaco. Os líderes do projeto são "P", "B" e "M", que Victor suspeitava serem espíritos heróicos. Mordred então mostra uma garota que ela encontrou em um caixão na sala dos fundos com um bilhete anexado. A nota diz que a menina é um humano artificial criado pelo avô de Victor, que compartilha seu homônimo. O grupo percebe que ela é o monstro de Frankenstein. Depois que ela revelou ainda estar viva, o grupo retornou ao departamento de Jekyll com ela.
De volta ao apartamento, Jekyll informa ao grupo que Frankenstein não é um Espírito Heroico e ainda está vivo como ela disse. Ele então diz a eles que um grande livro está entrando em prédios e atacando civis no Soho. Chamando-o de Tomo Mágico, ele pede ao grupo para lidar com ele.
Deixando Frankenstein para trás, o grupo viaja para o Soho. Ao longo do caminho, Mordred luta com Ritsuka e Mash para treinar o último. Depois, o grupo recebe uma transmissão de Jekyll revelando que as vítimas do Tomo Mágico entram em um sono sem fim. Ele diz a eles para irem a uma livraria de antiguidades, onde encontrarão outro de seus informantes. Chegando à livraria, o grupo se encontra com o informante de Jekyll, um menino. Ele detalha que quase metade dos residentes de Soho foram colocados em um sono sem fim pelo Tomo Mágico, que fica no 2º andar. Decidindo que é muito perigoso lutar dentro de casa, o grupo o atrai para fora. Seus ataques, porém, são inúteis, o que o menino, revelando-se como Hans Christian Andersen, atribui ao mármore de sua realidade. Ele revela que o tomo é um Servo perdido colocando as pessoas em um sonho em busca de um Mestre de cuja psique ele pode tomar forma. Andersen dá ao livro Nursery Rhyme, que se transforma em uma jovem garota chamada Alice. Depois de derrotá-la, o grupo retorna ao apartamento de Jekyll agora acompanhado por Andersen.
Depois que Jekyll diz que Jack está atacando a Scotland Yard, o grupo corre para lá. Eles acabam indo para a delegacia onde encontram Jack e um Caster, que revelou ser um dos líderes do Projeto Demonic Fog: "P". Ele confirma as suspeitas de Mordred de que Jack massacrou toda a estação e admite que estava sob suas ordens para que pudesse receber um item selado magicamente da estação. Ele então ordena a Jack que mate o grupo, mas eles a matam. "P" então se teletransporta de volta para seus compatriotas antes que o grupo possa interrogá-lo.
Voltando ao apartamento, o grupo aprende com Andersen que os Servos estão se materializando da Névoa Demoníaca. Tais servos são Andersen, Nursery Rhyme, Mordred, Mephistopheles e Jack. Romani refuta que é impossível para os Servos se manifestarem sem a influência do Graal. Em resposta, Anderson, a névoa foi criada pelo poder do Graal. Mordred então sai em patrulha, seguido por Ritsuka e Mash.
Enquanto patrulham as ruas, o grupo eventualmente encontra William Shakespeare, que recentemente se materializou no nevoeiro. "P" então chega, planejando obter Shakespeare para seu grupo. Confirmando as suspeitas de Romani, ele admite que seu grupo tem procurado os Servos que se materializaram da névoa e os manipularam para expandir a névoa. Ele revela que seu nome verdadeiro é Paracelsus von Hohenheim e luta contra o grupo. Depois de matar Paracelso, o grupo retorna ao apartamento de Jekyll acompanhado por Shakespeare.
Após uma patrulha matinal, o grupo relata a Jekyll sobre a produção em massa de Helter Skelters. Ele suspeita que o Projeto Demonic Fog está aumentando seus esforços para obter mais Servos da névoa após a morte de Paracelso. Ritsuka então conta a Anderson sobre as Singularidades. Romani revela que a consciência e a influência do Project Demonic Fog se estende apenas às ruas cobertas pelo Demonic Fog. Mordred diz que eles precisam desativar os Helter Skelters. Andersen decide que quer recuperar dados da Torre do Relógio para provar sua teoria sobre a Guerra do Santo Graal. Mordred e Jekyll, no entanto, revelam que a entrada da Torre, o Museu Britânico, foi destruída pelo Projeto Demonic Fog para remover qualquer oposição. Concordando com o pedido de Andersen, o grupo parte para as ruínas do Museu, agora acompanhado por ele, Jekyll e Shakespeare.
Chegando ao Museu, o grupo cava nos escombros para encontrar a entrada subterrânea da Torre do Relógio. Romani detecta energia mágica subterrânea quando tomos mágicos surgem e atacam o grupo. Depois de destruir os livros, Jekyll teoriza que eles já foram grimórios trazidos à vida pela Névoa Demoníaca. O grupo então segue para o subsolo e confirma que os magos estão mortos, suspeitando que o culpado ainda esteja por perto. Eles logo se deparam com uma porta protegida para a biblioteca. Andersen e Jekyll investigam dentro enquanto os outros guardam a porta. Os feitiços nos livros impedem Jekyll e Andersen de levá-los para fora, então o outro deve defendê-los até encontrar os dados que Andersen está procurando. Enquanto os outros continuam a se defender contra os inimigos, Jekyll se transforma em Hyde para lutar com eles. Andersen finalmente encontra os dados que procurava, então o grupo retorna ao apartamento.
De volta ao apartamento, Andersen revela que o ritual de invocação do Servo da Guerra do Santo Graal foi adaptado de um que convocou sete dos mais fortes Espíritos Heróicos para lutar contra um inimigo poderoso. Ele suspeita que alguém previu a vinda do grupo e colocou as informações sobre o ritual para eles encontrarem. De repente, o apartamento é atacado por um grupo de Helter Skelters. Após expulsá-los, Romani informa ao grupo que os robôs foram criados a partir de um Nobre Fantasma. Ele também revela que eles são controlados remotamente pelo Servo que os convocou, o que significa que eles irão desaparecer se o Servo for morto. Enquanto o grupo pondera sobre a localização do Servo, Frankenstein revela que ela sabe onde eles estão.
Frankenstein lidera o grupo para as Casas do Parlamento, onde são atacados por um grupo de Helter Skelters comandado por um grande. Mordred protege Frankenstein enquanto Ritsuka e Mash lutam contra os Helter Skelters. Com a destruição do grande, os outros Helter Skelters se confrontam de repente. Mash então tira fotos do grande Helter Skelter, conforme solicitado por Romani. Ela percebe o nome do fabricante nele, que está ausente dos outros, que diz "Charles Babbage, AD 1888".
Na manhã seguinte, Jekyll diz ao grupo que Charles Babbage está vivo, apesar dos registros históricos de Caldéia dizendo que ele deveria estar morto agora. Romani atribui isso às distorções criadas pela Singularidade, resultando na mudança dos eventos. Assim, os mortos ainda vivem e não existem como espíritos heróicos, como Jekyll e Frankenstein. Jekyll revela que os Helter Skelters que foram completamente desligados foram todos reativados. O grupo sai para derrotar aquele que controla os Helter Skelters.
O grupo segue o exemplo de Frankenstein novamente, mas eles logo suspeitam que ela os está enganando desta vez. Ela admite que não acredita que Babbage esteja construindo Helter Skelters para machucar os outros. Mordred a convence a conduzi-los até ele, dizendo que suas ações agora contradizem sua crença em sua boa natureza. Seguindo Frankenstein, o grupo logo encontra Babbage, que revela ser ao mesmo tempo “B” do Projeto Demonic Fog e um Servo que emergiu da Demonic Fog. Babbage lamenta a Incineração da Humanidade e começa a se render quando Frankestein fala com ele. Ele de repente fica furioso por causa de M usando o Graal e ataca o grupo. Depois de ser derrotado, Babbage diz ao grupo para irem para o subsolo, onde encontrarão a fonte da Névoa Demoníaca: sua Enorme Máquina a Vapor, movida pelo Santo Graal, Angrboda. Depois que Babbage desaparece, o grupo leva Frankenstein de volta ao apartamento de Jekyll antes de seguir para o subsolo
Viajando nas profundezas do subsolo, o grupo finalmente chega à câmara que contém Angrboda. Lá eles encontram Makiri Zolgen, o primeiro líder do Projeto Demonic Fog. Makiri revela que a névoa demoníaca foi criada para destruir toda a Inglaterra, comandada por seu rei. Ele continua, um Espírito Heroico capaz de ativar totalmente a Névoa Demoníaca logo se materializará da névoa. Proclamando o desejo de seu rei de remover a feiura do mundo, Makiri se encarna em Barbatos e ataca o grupo. Após Barbatos ser derrotado, Makiri tenta convocar um Servo, mas Mordred o mata antes que ele possa terminar o encantamento. No entanto, servindo como o círculo de invocação e o encantamento restante, a Névoa Demoníaca completa o ritual. O Servo anuncia que é Nikola Tesla e se dirige para a superfície enquanto o grupo fica inconsciente por causa da explosão massiva de Energia Mágica de sua invocação. Depois que eles acordam, Romani avisa Tesla que está indo para um ponto na superfície para ativar totalmente a Névoa Demoníaca para que se espalhe pela Inglaterra para destruir a era. Ele explica ainda a linha extra de Makiri para o Aprimoramento da Loucura durante a invocação fez Tesla executar automaticamente a tarefa para a qual foi convocado. Após derrotar o homúnculo que os emboscou, o grupo logo alcança Tesla. Ele revela que a névoa ativada absorve energia mágica sem limite, impedindo o grupo de alcançá-lo. Mordred dispersa a névoa quando absorve seu Clarent Blood Arthur. O grupo usa esta oportunidade para lutar contra Tesla, mas a névoa logo retorna. Antes de continuar para a superfície, Tesla diz ao grupo que está indo para onde a névoa é mais densa, os céus acima do Palácio de Buckingham. Ele explica que um raio dele ativará totalmente a névoa e implora que o parem antes que ele o faça. Ele logo chega à superfície e cria uma escada para o céu quando Sakata Kintoki e Tamamo-no-Mae o confrontam.
O grupo corre de volta para a superfície e encontra Kintoki e Tamamo, que recentemente lutaram contra Tesla. Kintoki diz a eles que dispersou a névoa em torno de Tesla. O grupo então corre escada acima de Tesla para matá-lo. Depois de matar Tesla, eles se preparam para retornar ao subsolo para remover o Graal de Angrboda. No entanto, eles são interrompidos quando Artoria Alter de repente se materializa da névoa, absorvendo-a conforme ela se materializa. Depois que o grupo mata Artoria Alter, eles retornam à câmara de Angrboda para remover o Graal com Andersen, Shakespeare, Kintoki e Tamamo se juntando.
Na câmara de Angrboda, Romani avisa o grupo sobre uma estranha distorção semelhante a um Rayshift ali. Uma figura misteriosa então se manifesta a partir da distorção e expressa seu desapontamento com Gilles de Rais, Romulus, Jason e Tesla por seus fracassos. Ele se revela como o responsável pela Incineração da Humanidade e seu nome é Salomão. Acusado de ser um mero servo, Salomão explica que se manifestou sob seu próprio poder para destruir a humanidade. Ele revela que o anel de luz que Ritsuka e Mash têm visto nos céus das Singularidades é seu terceiro Nobre Fantasma, Ars Almadel Salomonis. Por interesse em Mash, ele convoca apenas quatro dos Deuses Demônios e ataca o grupo. O grupo mata um dos Deuses Demônios, no entanto, Salomão mata Shakespeare, Kintoki e Tamamo. Mash implora a Romani para levá-los para casa, mas ele responde que a presença de Salomão torna isso impossível. Salomão declara que supera todos os Servos, independentemente de suas classificações como Espíritos Heróicos. Ele então tenta matar Mordred, mas Andersen bloqueia seu ataque. Andersen explica que o sistema de invocação do Espírito Heroico original criado pela Força Contrária os convoca como Grandes Servos para proteger a humanidade de uma ameaça destrutiva nascida da humanidade. Solomon confirma que o sistema de invocação usado na Guerra do Santo Graal é uma versão degradada do original. Ele então declara que é o Grande Caster e mata Andersen. Ele confessa que só chegou à Singularidade por capricho e se prepara para partir. Ele proclama que a Caldéia não é uma ameaça para ele, a menos que destrua sete Singularidades. Ele então chama os humanos de inúteis para viver, apesar de suas mortes e folhas inevitáveis. O grupo então recupera o Graal e retorna à superfície. Depois de se despedir de Mordred, Ritsuka e Mash voltam para a Caldéia.
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Esse foi um das melhores Singularidades do jogo até agora pois aqui as coisas começam a ficar muito interessantes.
E só de ter Mordred na historia eu já fico satisfeito. Agora só falta ter ela como servo.
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2020.10.04 20:22 Suitable-Influence93 ao cair das petalas de rosa 🌸🍄🥀🍂🍁

olá, me chamo helena, e eu vivia num sitio onde tinha muitas e muitas flores, mas as minhas favoritas eram as rosas, sempre tive um amor enorme por elas, eu tinha tambem um irmão o davi, e a gente era muito unidos, então meu irmão gostava de brincar comigo e com as rosas, até que um dia a gente houe um grito da minha mãe (meu pai virou estrelinha quando eu era bem nova) então fomos correndo ver o que era, e quando eu e meu irmão chegamos vimos que o sitio estava incendiando, eu fui pegar nossas coisas como dinheiro roupas sapatos e tudo mais, enquando meu irmão e minha mãe me esperavam lá fora, (eu empurrei os dois para ir por que não queria que eles correscem perigo), mas eu acabei desmaiando por causa da fumaça, então como minha mãe percebeu que eu estava demorando foi ver o que tinha avido e viu que eu estava desmaiada, ela entrou mas acabou ficando muito mais fraca que eu, (essa parte foi meu irmão que contou), ela me jogou pra fora pois não tinha mais força para levantar, eu acordei, e vi minha mãe em um pessimo estado, então antes dela ir, ela falou pra mim que sempre que eu visse uma rosa, era ela em forma de flor... então depois disso eu e meu irmão saimos correndo dali, e uma boa pessoa nos achou e nos levou para um orfanato, e lá no orfanato tinha um "quintalzinho" mas pelo menos lá tinham flores, mais especificamente rosas, que eram umas das flores que tinham lá, tinha um cara no orfanato muito malvado comigo e com meu irmão, então quando ele percebeu meu amor por rosas, quis estragar isso também, ele quando me viu no "quintalzinho" falando com as rosas, me chamou de esquisita, e logo depois disse que rosas não tinham vida, então ele pisou nas rosas esmagando todas elas, depois disso eu fui chorando pro dormitório (eram divididos entre meninos e meninas) então eu fui pro meu dormitorio, e o meu irmão estava no dele (o que vou dizer agora meu irmão me contou) quando o garoto malvado entrou no dormitório, estava só ele e meu irmão, então ele disse pro meu irmão que sou esquisita, e apósisso percebendo que estavam os dois sozinhos, ele trancou meu irmão no armário, um pouco mais de noite percebi o sumisso do meu irmão e fui até o dormitorio dele ver o que estava havendo, e ouvi a voz dele no armário, então eu tentei abrir o armário mas não consegui, então fi avisar a dona do orfanato, ela tirou meu irmão de la e deu uma bela bronca no garoto malvado, depois disso o garoto malvado foi aotado primeiro que nós, e depois foi mais tres menininhas, e depois fui eu, e o meu irmão ficou no orfanato, não sei o que aconteceu com ele depois, mas imagino que ele esteja feliz com uma familia que ame muito ele e cuide bem dele pois ele merece, é essa a minha história, espero que gostem, irmão se voce ler isso por algum motivo, por favor responda, sinto saudades, ah e um detalhe, todo mes vou a loja de flores e compro rosas para botar no jardim dos meus novos pais, e estou muito feliz hoje em dia, mas sinto saudades do meu irmão então se voce estiver lendo isso e estiver bem me responde por favor
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2020.10.02 04:16 SnooTangerines3226 AI AI ESA GERASAO.MI MIMI😡😡😡

Se liga ai.... Trago verdades! Me perdoem os amigos...conhecidos... E a quem magoar... Mas é a mais pura verdade! GERAÇÃO 2000 CHATAAAAA pra carambaaaaa... 😡😡😡 Geração cheia de mimimi, que sempre quer mostrar conhecimento de coisas que não viveu, que se magoa com qualqier coisa, que acha que tudo é bullying, racismo, preconceito, que tem que viver se reafirmando, entre tantas outras coisas! Aí Geração nutella pega essa visão... Na escola, Não ganhávamos uniformes, o #UNIFORME era comprado...se fosse sem uniforme não entrava na aula... Se chegasse atrasado assinava o livro preto....Não tínhamos telefone celular nessa época, éramos acostumados a usar o famoso #ORELHÃO... As pesquisas eram na Biblioteca hahahaha... como era divertido ir até a biblioteca. O trabalho era escrito a mão e na folha de papel almaço.. Tinha dever de casa e a EDUCAÇÃO FÍSICA era esperada por todos! Na escola tinha o #CICATRIZ,o #GORDO, o #MAGRELO o #ZOREIA, #QUATROZÓIO, #CABEÇÃO, #BAIXINHO , #OLÍVIAPALITO o #NEGÃO e nada disso era uma ofensa! Todo mundo era zoado, às vezes até brigávamos, mas logo estava tudo resolvido e seguia a amizade... Era brincadeira e ninguém se queixava de #BULLYING. Existia o #VALENTÃO/#VALENTONA, mas também existia quem nos #DEFENDESSEkkkkk. Antes de iniciar as aulas, a gente cantava o #HINONACIONAL. A rede social da época eram os cadernos de pergunta e resposta que circulavam pela sala para contarmos sobre nós e também sabermos um pouco mais um dos outros! íamos para a escola à pé, na saída, adorávamos quando alguém fazia aniversário... ERA #OVO, #FARINHA, o que tinha pela frente. Final de ano, não víamos a hora de acabarem as aulas, para que os colegas escrevessem nas nossas camisetas para guardarmos de recordação! A frase "PERAÍ MÃE" era para ficarmos mais TEMPO NA RUA e não no COMPUTADOR ou no CELULAR como hoje... Colecionávamos FIGURINHAS, SELOS, PAPEL DE CARTA, CARRINHO DE ROLEMÃ, tínhamos ioiô e outras brincadeiras mais. As brincadeiras eram saudáveis, os meninos brincavam de bater figurinhas, não nos colegas e professores como atualmente. Adorava quando a professora usava MIMEÓGRAFO e aquele cheiro do álcool tomava conta da sala... Na rua era, ESCONDE ESCONDE, PULAR CORDA, ELASTICO, TACO, AMARELINHA, QUEIMADA, PIPA e etc. Comíamos na rua mesmo, bebíamos água da torneira, andávamos descalços e vivíamos no sol sem protetor. Não importava se nossos amigos eram #NEGROS #BRANCOS, #PARDOS, #RICOS, #POBRES, #MENINOS ou #MENINAS. Todo mundo brincava junto e como era bom. Bom não, era #MARAVILHOSO! Filmes só assistíamos na tv e não víamos a hora de passar a sessão da tarde. Que saudades dessa época em que a chuva tinha cheiro de terra molhada!!! Podíamos tomar banho nela sem ficar doente... Época em que nossa única dor era quando passávamos MERTHIOLATE nos machucados KKKK.

EDUCAÇÃO era em casa, até porque, ai da gente se a mãe tivesse que ir à escola por aprontarmos.

Nada de chegar em casa com algo que não era nosso, desrespeitar alguém mais velho ou se meter em alguma conversa. Fico me perguntando!!! QUANDO FOI QUE TUDO MUDOU??? E os valores se perderam e se inverteram dessa forma??? Se você também é dessa época, COPIE e COLE no seu mural. Quanta saudade, quantos valores, que pra esta geração não valem nada. Saudade de tudo que hoje não tem mais valor!!! Fui dessa época com muito orgulho. Gostei, copiei e compartilho. Não sei quem é o autor. E se desse colocaria num outdoor copiado!
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2020.10.02 04:14 SnooTangerines3226 GERAÇAO MIMIMI😡😡😡

Se liga ai.... Trago verdades! Me perdoem os amigos...conhecidos... E a quem magoar... Mas é a mais pura verdade! GERAÇÃO 2000 CHATAAAAA pra carambaaaaa... 😡😡😡 Geração cheia de mimimi, que sempre quer mostrar conhecimento de coisas que não viveu, que se magoa com qualqier coisa, que acha que tudo é bullying, racismo, preconceito, que tem que viver se reafirmando, entre tantas outras coisas! Aí Geração nutella pega essa visão... Na escola, Não ganhávamos uniformes, o #UNIFORME era comprado...se fosse sem uniforme não entrava na aula... Se chegasse atrasado assinava o livro preto....Não tínhamos telefone celular nessa época, éramos acostumados a usar o famoso #ORELHÃO... As pesquisas eram na Biblioteca hahahaha... como era divertido ir até a biblioteca. O trabalho era escrito a mão e na folha de papel almaço.. Tinha dever de casa e a EDUCAÇÃO FÍSICA era esperada por todos! Na escola tinha o #CICATRIZ,o #GORDO, o #MAGRELO o #ZOREIA, #QUATROZÓIO, #CABEÇÃO, #BAIXINHO , #OLÍVIAPALITO o #NEGÃO e nada disso era uma ofensa! Todo mundo era zoado, às vezes até brigávamos, mas logo estava tudo resolvido e seguia a amizade... Era brincadeira e ninguém se queixava de #BULLYING. Existia o #VALENTÃO/#VALENTONA, mas também existia quem nos #DEFENDESSE kkkkk. Antes de iniciar as aulas, a gente cantava o #HINONACIONAL. A rede social da época eram os cadernos de pergunta e resposta que circulavam pela sala para contarmos sobre nós e também sabermos um pouco mais um dos outros! íamos para a escola à pé, na saída, adorávamos quando alguém fazia aniversário... ERA #OVO, #FARINHA, o que tinha pela frente. Final de ano, não víamos a hora de acabarem as aulas, para que os colegas escrevessem nas nossas camisetas para guardarmos de recordação! A frase "PERAÍ MÃE" era para ficarmos mais TEMPO NA RUA e não no COMPUTADOR ou no CELULAR como hoje... Colecionávamos FIGURINHAS, SELOS, PAPEL DE CARTA, CARRINHO DE ROLEMÃ, tínhamos ioiô e outras brincadeiras mais. As brincadeiras eram saudáveis, os meninos brincavam de bater figurinhas, não nos colegas e professores como atualmente. Adorava quando a professora usava MIMEÓGRAFO e aquele cheiro do álcool tomava conta da sala... Na rua era, ESCONDE ESCONDE, PULAR CORDA, ELASTICO, TACO, AMARELINHA, QUEIMADA, PIPA e etc. Comíamos na rua mesmo, bebíamos água da torneira, andávamos descalços e vivíamos no sol sem protetor. Não importava se nossos amigos eram #NEGROS #BRANCOS, #PARDOS, #RICOS, #POBRES, #MENINOS ou #MENINAS. Todo mundo brincava junto e como era bom. Bom não, era #MARAVILHOSO! Filmes só assistíamos na tv e não víamos a hora de passar a sessão da tarde. Que saudades dessa época em que a chuva tinha cheiro de terra molhada!!! Podíamos tomar banho nela sem ficar doente... Época em que nossa única dor era quando passávamos MERTHIOLATE nos machucados KKKK.

EDUCAÇÃO era em casa, até porque, ai da gente se a mãe tivesse que ir à escola por aprontarmos.

Nada de chegar em casa com algo que não era nosso, desrespeitar alguém mais velho ou se meter em alguma conversa. Fico me perguntando!!! QUANDO FOI QUE TUDO MUDOU??? E os valores se perderam e se inverteram dessa forma??? Se você também é dessa época, COPIE e COLE no seu mural. Quanta saudade, quantos valores, que pra esta geração não valem nada. Saudade de tudo que hoje não tem mais valor!!! Fui dessa época com muito orgulho. Gostei, copiei e compartilho. Não sei quem é o autor. E se desse colocaria num outdoor copiado!
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2020.10.01 21:40 niro29832 Estou morrendo de ciumes do meu melhor amigo virtual

Antes de tudo tenho que dizer que sou indeciso sexualmente, ainda não sei se gosto de meninos ou de meninas. Pois bem, eu tenho esse amigo virtual, passo o dia inteiro conversando com ele, ele sabe tudo da minha vida, já mandei fotos da minha casa da minha escola meu nome completo etc. mandei tudo isso porque queria criar intimidade, mas ele nunca me revelou nada sobre a vida dele, eu não sei nem o nome verdadeiro dele, só sei que ele mora muito longe ( tipo do outro lado do país ).
Mas eu gosto muito dele, eu não sei, acho que estou apaixonado por ele ( como disse eu estou indeciso ), enfim, tudo ia bem até um dia ele me falar que arrumou uma namorada.
Eu não sei o que faço mais porque ele não me dá mais a mesma atenção que antes e agora me trata mal e fica me humilhando, mas ainda assim eu não consigo parar de ficar chamando ele no privado e insisto em puxar assunto com ele, eu bloqueio ele por algumas horas ou alguns dias mas logo fico com saudade e mudo de ideia e tento puxar assunto de novo.
E pra piorar a situação ele tem 20 anos e a namorada é menor de idade, eu já quis denunciar ele por namorar menor de idade, eu acho que prefiro ver ele na cadeia do que nessa situação em que ele não me dá mais amor na mesma intensidade e me trata mal e pisa em mim. Não tenho certeza se o namoro dele dá cadeia ( quem conhecer os artigos do Código Penal por favor me ajudar ) mas eu quero muito ver ele preso porque quero me vingar desses sentimentos ruins que ele causou em mim.
Enfim, não sei mais o que fazer, eu acho que estou obsecado por ele e não estou sendo correspondido. Não sei se tenho mais razões pra continuar vivendo.
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2020.09.30 03:03 Niavich Será que é possível ser abertamente um homem bissexual?

Eu tenho 21 anos e me considero bissexual desde os 15. Quando comecei a sentir desejos por meninos. Passei muito tempo depois disso não tendo uma sexualidade bem definida. Já que eu perdi a virgindade com menina e só fui beijar um cara aos 18 anos. Nunca tive problemas de aceitação quanto a isso. Me sinto confiante boa parte do tempo. Acontece que a maioria das vezes que alguma mulher descobre que sou bi, a forma com que ela me encara muda completamente e até a conversa muda. Eu passo a ser visto como um cara gay as vezes até tratado no feminino de forma pejorativa e depreciativa. Quando nem afeminado eu sou. Isso inclusive acontece dentro do meu grupo de amigos que são lgbt. Eu já sinto que não sou visto como um homem na sociedade em geral, sempre como um menino. Apesar de ser independente e ter meu próprio trabalho e em vias de abrir meu próprio negócio. Isso é uma parada que incomoda. Nunca namorei mas se um dia eu namorar com uma mulher vou ficar muito inseguro pra falar sobre isso por receio de ser abandonado ou ser encarado com desconfiança por parte dela. Tenho interesse em saber a opinião de vocês a respeito dessas coisas.
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2020.09.29 02:54 arrux1 Eu finalmente me reconheci e me aceitei bissexual

Então OPs, demorou quase 22 anos pra ficha cair completamente que eu não sou "hetero flex" "quase hetero" "bi de balada" ou qualquer outra coisa que eu me auto rotulava no passado por medo. Nessa pandemia, depois de passar muito tempo sozinha comigo mesma, eu me peguei pensando em me envolver mais romanticamente com meninas. Fumei um beck, comecei a viajar e a epifania veio: eu tinha dúvidas pela minha sexualidade no passado, não porque eu era hetero e fiquei "curiosa", mas porque sempre fui bissexual, me reprimia muito e me forçava numa caixa que nunca coube em mim.
"Sou hetero tenho certeza disso"
Eu vim de uma familia cristã muito conservadora, e desde criança eu já não era uma menina que perfomava 100% a feminilidade... ao mesmo tempo que gostava de barbie, também gostava de hotwheels, bolinha de gude, CDZ e várias outras coisas que se diziam de meninos. Gostava muito de andar entre os meninos, mas ao mesmo tempo gostava muito de ballet... Porém, justamente por ser criada ouvindo de todos os lados que homossexualidade era doença e com medo de ser espancada pelo meu pai homofóbico, eu imbuti na minha cabeça que eu era hetero e não podia ser mais nada além daquilo.
"Sou hetero... né?"
O tempo passou e comecei a ter meu primeiro contato com a pornografia aos 11 anos de idade e eu só pesquisava por corpos femininos. Na verdade até tinha um pouco de dificuldade de me sentir atraída pelo corpo masculino nessa época. Ao mesmo tempo, comecei a performar mais masculinidade no ensino fundamental e minha mãe começou a perceber e começar a tentar me repreender, me comprava varias sapatilhas e vestidos, me perguntava incessantemente se eu não estava interessada em alguma amiguinha do colégio... eu ficava me perguntando o pq daquilo... já que eu era hetero, não era?
"Gosto de meninas e meninos, mas sou hetero"
Meus primeiros crushs adolescentes eram todos homens gays efeminados ou homens que não tinham a virilidade muito marcada/não perfomavam masculinidade e tinha traços mais delicados (isso é um padrão de atração meu até hoje). Até que aos 13 anos me apaixonei por uma menina que perfomava masculinidade. Quase ninguem sabia daquilo além de uma amiga minha... posteriormente minhas "paixonites" por meninas começaram a ficar mais recorrentes, mas deixava isso de lado, era só uma fantasia da minha cabeça... era mais confortável pra mim pensar assim... lembro de um diálogo com uma amiga minha "eu não experimento pq e se eu acabar gostando? O que eu faço?"
"Acho que sou hetero"
Dos 14 aos 17 anos, namorei dois meninos diferentes (em tempos diferente, rs), porém passei a considerar nesse meio tempo que talvez fosse legal beijar outras meninas também... não que eu não fosse hetero, mas só pra experimentar...
"Sou quase hetero"
Comecei a beijar meninas pela primeira vez durante a universidade, só para matar a curiosidade...
"Assim, hetero hetero msm eu não sou não"
Meus "beijos de festa" com meninas ficaram cada vez mais frequentes, mas tinha muito medo de desenrolar qualquer flerte ou relacionamento mais profundo... mas medo de que? Você não era hete... mas peraí, heteros não beijam pessoas do mesmo sexo, heteros não se atraem sexualmente por pessoas do mesmo sexo... eu sou bi? Não pode ser...
"Acho que sou bi"
Sinto falta me relacionar mais romanticamente com outras mulheres. Aliás, se a sociedade não tivesse todos esse preconceito e se eu nascesse numa família mais liberal, eu tenho certeza que eu já teria apresentado algumas namoradas pra minha família...
"CARALHO PUTA QUE PARIU EU SOU BI E AGORA PORRA"
É como eu me sinto nesse momento. Queria mostrar nesse relato que isso nunca e jamais foi uma escolha minha. Talvez possa ter sido uma escolha performar minha sexualidade na sociedade, mas o impulso sexual e romantico sempre esteve lá, nunca foi uma escolha. Se eu pudesse escolher, nunca teria atração em outras mulheres com a família que eu tenho. Meus amigos sempre me aceitaram, mas morro de medo da rejeição dos meus pais, principalmente do meu pai. Ainda tenho muito medo de tudo, principalmente de ser espancada por ele. Acho que vou demorar muitos anos antes de contar isso pra minha família. Enfim, eu me sinto feliz em ter finalmente me entendido, mas ao mesmo tempo chorei muito pq me toquei o quanto fui dura comigo mesma nesse tempo todo.
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2020.09.28 08:35 DiabelAtreyu Não me identifico?!

Nunca conheci ninguém como eu. Não me encaixo em lugar nenhum, quero dizer, em homem nem mulher.
É bizarro. As pessoas olham pra mim e ficam na dúvida eterna, não sabem se me chamam de ele ou ela, sempre foi assim. Não sei se parei no tempo ou se é meu jeito que inspira isso. Talvez menos, porque agora estou enorme de gordo.
Desde pivete, as crianças me chamavam de sapatao (???), bichinha (???), esquisito e por aí vai. Nunca tive interesse em ninguém.
Namorei um cara por 8 meses, foi um inferno. Ele queria forçar o coito de todo jeito, fazia chantagem emocional, essas coisas. Era tão bichinha quanto eu, mas mesmo assim eu conseguia subjugar ele, no braço. Passei 7 meses tentando terminar, mas me livrei do embuste. Eu não gostava dele, era pressão psicológica da família. Ele era meu amigo, mas estragou isso.
Namorei uma mulher que, até me conhecer, era super bem resolvida. Lésbica. Causei o inferno na cabeça dela, porque a coitada não aceitava que poderia gostar de mim ou manter uma relação que não fosse com mulheres, ainda mais com alguém mais novo. Fizemos 1 ano de namoro, me vejo casando com ela no futuro próximo mas, ainda assim, trânsito entre os gêneros.
Se eu visto roupa de homem, fico parecendo uma menina com as roupas do pai. Se visto roupa de mulher fico, nas palavras da minha morena, um menino travesti desengonçado.
Isso aliado ao fato que não sinto atração sexual, minhas partes baixas são praticamente mortas. Não, não é problema de saúde. É como se tivesse um banquete, mas eu não tenho fome (e como do mesmo jeito, até passar mal, porque amo demais essa mulher pqp).
É isso. Só queria falar em algum lugar que pudesse achar alguém como eu. Obrigado.
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